quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ingressos para os shows do Kiss começam a ser vendidos nesta quinta-feira

Começa nesta quinta-feira (05) a pré-venda de ingressos para os dois shows que o Kiss faz no Brasil em abril. Por enquanto, apenas clientes do Citibank podem comprar. A venda para o público em geral começa daqui a uma semana, no dia 12.

Serão duas apresentações: a primeira em São Paulo, no dia 07 de abril, na Arena Anhembi; e a segunda no Rio de Janeiro, dia 08 de abril, na Apoteose. Na capital paulista, os ingressos custam R$ 170 (pista) e R$ 350 (pista vip). No Rio, R$ 160 (pista) e R$ 350 (pista vip).

É a quarta vez que o Kiss vem ao Brasil. A primeira, em 1983, foi a mais marcante de todas. Na época, a banda havia acabado de lançar o álbum Creatures of the Night (do sucesso "I Love It Loud") e lotou os estádios do Maracanã e do Morumbi.

Foi a última turnê da fase mascarada do Kiss. No ano seguinte, o grupo abandonou a maquiagem, que só foi retomada no final dos anos 1990. A segunda passagem do Kiss pelo Brasil foi nessa época de cara limpa: em 1994, a banda foi a atração principal do festival Monsters of Rock.

A terceira vez do Kiss no Brasil aconteceu em 1999, quando o grupo retomou a maquiagem e reuniu sua formação original - Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (guitarra e vocal), Ace Frehley (guitarra e vocal ocasional) e Peter Criss (bateria e vocal mais ocasional ainda).
Os shows, alardeados como uma volta do Kiss às origens, causaram polêmica pelas acusações de uso de playback. Tanto que, mesmo com toda a produção e parafernália, perderam feio para o modesta a modesta, mas impecável, apresentação no Monsters de 1994.

A turnê que chega ao Brasil em abril comemora os 35 anos de carreira do Kiss. Da formação original, sobraram os eternos Gene Simmons e Paul Stanley. Junto com eles, tocam o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer.

Se o Kiss repetir o repertório dos últimos shows que fez, em agosto do ano passado, os fãs brasileiros podem esperar um sucesso atrás do outro. Nestes shows, a banda tocou seu clássico Alive, lançado em 1975, quase na íntegra.

No gordo bis - em média seis músicas -, também só clássicos: "Shout It Out Loud" (1976), "Lick It Up" (1983), "I Love It Loud" (1982), "I Was Made for Lovin' You" (1979), "Love Gun" (1977) e, para fechar, a grande "Detroit Rock City" (1976).

Se a procura por ingressos no Brasil repetir o que aconteceu na Argentina, eles vão acabar rápido. No primeiro dia de vendas, foram vendidas 10 mil entradas para a apresentação que a banda faz em Buenos Aires, no dia 05 de abril.

Fonte: IG MÚSICA

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Litte Joy Chega ao Rio

Depois de uma turnê pelos Estados Unidos e Europa, no próximo dia 06 de fevereiro (sexta), o Little Joy faz a estréia, no Rio, do show de seu primeiro CD homônimo, recém lançado, no Brasil, pelo selo SLAP (Som Livre Apresenta). A noite contará ainda com show de abertura do Cidadão Instigado e discotecagem especial de Mauricio Valladares (RoncaRonca).

O Little Joy é um projeto dos amigos Fabrizio Moretti do The Strokes (guitarra/vocais), Rodrigo Amarante do Los Hermanos (vocais/guitarra e teclados) e Binki Shapiro (vocais/teclados). No palco, o trio é acompanhado por Todd Dahlhoff (baixo), Noah Georgeson (guitarra/teclados) e Matt Romano (bateria).

Serviço:
Circo Voador - Lapa
Sexta, dia 06 de Fevereiro 2009
22h - abertura dos portões
Ingressos: R$ 60 meia entrada - http://www.ingresso.com.br/

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Novo Clipe do U2 já está na web

Depois de um final de semana bombando com muito acarajé, mas sem nada de sombra e água fresca, cobrindo o Festival de Verão de Salvador, o Vitrola volta para a real.

E a boa notícia é que o vídeo de “Get On Your Boots”, primeira música de trabalho do novo disco do U2, “No Line On The Horizon”, acaba de estrear na web.

Diferente da enigmática capa do CD, o clipe utiliza bem os diversos recursos audiovisuais e apela para imagens mais reconhecíveis. Bono, The Edge e companhia tocam no espaço, enquanto pipocam pela tela caveiras, cerejas, o Davi de Michelangelo, bombas, muitas bombas, caças e mulheres em uniformes militares, todas calçando as botas do título.

Há espaço até para imagens religiosas, como uma Virgem Maria envolta na bandeira dos Estados Unidos, uma entre outras referências norte-americanas. O clipe foi dirigido pela dupla Alex & Martin (os franceses Alexandre Courtes e Martin Fougerol), que já trabalhou antes com a banda nos vídeos de “Vertigo” e “City of Blinding Lights”, além de ter no currículo o famoso clipe de “Seven Nation Army”, do White Stripes.

Para conferir o clipe acesse http://www.u2.com/ .

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Festival de Verão 2009 termina com balanço positivo

Antes mesmo do encerramento oficial do Festival de Verão 2009, quando a banda Psirico ainda estava no palco, os organizadores do evento já faziam um balanço positivo da 11ª edição. Em quatro dias a terra do axé, virou também a terra do pop, do reggae, do rock, da música sertaneja e eletrônica. Tudo pensado e planejado para que nada desse errado.

Segundo a produção do evento, os números colocam a edição de 2009 como uma das melhores de todos os 11 anos do Festival. Prova disso está no número de pessoas que foi ao Parque de Exposições de Salvador neste sábado: 70 mil, de acordo com a assessoria do evento. O público é o e segundo maior de todas as edições, perdendo apenas para a noite de quinta-feira, de 2007, quando 75 mil pessoas compareceram para ver Ivete Sangalo, Asa de Águia, Alcione, Jota Quest e a cantora norte-americana Gloria Gaynor.

Apesar de alguns incidentes dentro da Arena onde foi montado o Festival, o os números ainda assim são satisfatórios e mostram uma redução nas ocorrências em 18%, em relação ao ano anterior. Um dos pontos negativos do evento, o atraso no início dos shows no palco principal, foi justificado pela adequação à transmissão ao vivo do evento em rede nacional.

De olho em 2010

Em entrevista coletiva, os organizadores Carlos Freitas e João Gomes anteciparam que já existem negociações e um planejamento em curso para a edição de 2010, e que dentro de até 25 dias já deverá ser divulgada a data definida para o ano que vem.

Quanto a uma possível atração internacional os produtores declararam que ainda é cedo para pensar e nomes, mas adiantou que a escolha do artista estrangeiro depende também das turnês que estiverem passando pelo Brasil no próximo verão.
*Foto Arisson Marinho\Ag.FPontes\Divulgação

Festival de Verão 2009: Lampirônicos mostra música com personalidade

Com três discos lançados e oito anos de carreira, o Lampirônicos é uma daquelas bandas que carregam na bagagem o peso da experiência e a energia dos jovens talentos. Reconhecido na cena alternativa, o grupo, que já levou a sua música para países como Inglaterra, Portugal, Bélgica e Suíça, foi a principal atração da Arena Faculdade Maurício de Nassau no último da edição 2009 do Festival de Verão.

Mostrando um som carregado de raízes nordestinas, o Lampirônicos cumpriu a árdua missão de “disputar” a atenção do público com a canadense Alanis Morissete. Mas com a tranqüilidade conquistada na estrada, a banda fez um show com muita personalidade e a pegada que faz do grupo um dos grandes nomes da música independente nacional. Para o vocalista Vince de Mira, por atrair gente de todo o país, o “Festival de Verão é um evento em que o artista sempre consegue ter visibilidade, e independente do palco onde toque é possível você fazer com que muitas pessoas conheçam o trabalho”. Sobre o mercado independente Vinde é enfático. “O mercado independente vive um processo de auto gestão e nesse sentido é preciso que o artista tenha consciência do poder e força do seu trabalho”.

O grupo trabalha em projetos que vai além da música feita em cima do palco. Para isso, criou o Terreiro Circular, onde os integrantes trabalham em oficinas, dividindo a experiência musical de dentro e fora dos palcos. Conscientes do papel que a música pode e deve ter, o Lampirônicos é sem dúvida um nome que conseguiu administrar muito bem o momento de pensar, criar e colocar em prática, transformando boas idéias e atitude em música. Para sorte da música brasileira e das raízes nordestinas

Capital Inicial e Alanis Morissette fazem a noite mais rock do festival de Verão 2009

Difícil definir a média de idade do público que se aglomerou na frente do palco principal para conferir a banda brasiliense Capital Inicial. Adultos, adolescentes e até algumas crianças fizeram questão de prestigiar o grupo comandado pelo veterano vocalista Dinho Ouro Preto.

Com fôlego de jovem, o cantor quarentão regeu uma multidão de 65 mil pessoas. Emocionado, Dinho agradeceu a presença do público, segundo ele o maior para o qual o Capital já se apresentou em solo baiano. Em um show muito bem ensaiado, com direito a fogos de artifício na abertura e efeitos especiais, como labaredas de fogo atrás da bateria, a banda provou porque é uma das principais da sua geração.

Sem perder um movimento da banda, a estudante Elane Silva, de 17 anos, cantava todas as músicas do grupo, que para ela é o maior depois da Legião Urbana. “Conheci o Capital já na fase mais recente, com a música Dormir, mas depois disso virei fã e considero a banda um ícone do rock nacional”, destacou.

Com muito vigor o grupo, originário do extinto Aborto Elétrico, retribuiu o carinho do público de Salvador tocando as principais músicas da carreira, além de novos sucessos. Antes de deixar o palco, a banda ainda tocou covers de duas bandas conterrâneas, Que País é Esse, da Legião Urbana, e Mulher de Fases, do Raimundos, considerado por Dinho o melhor grupo de rock do país.

O que sobrou de simpatia no show do Capital, faltou para a canadense Alanis Morissette. Ainda que tentasse ser agradável, a cantora não se esforçou em ir além de um oi e obrigado. Pouco amigável com os jornalistas, Alanis ainda dificultou o trabalho da imprensa, sendo a única artista que tocou no festival a impedir que os fotógrafos e repórteres ficassem na área destinada para a cobertura, na frente do palco.

Depois dos fracassos de público nos primeiros shows da turnê brasileira, em Brasília, no último dia 23 de janeiro ela tocou para menos de 3 mil pessoas, a cantora deve ter se lembrado de sua época mais áurea, quando conseguia tocar para um público superior a 20 mil pessoas sem precisar estar em um grande festival.

Apesar de ter conquistado a antipatia dos profissionais que cobriam o evento, Alanis conseguiu prender a atenção do público e fez um show competente, ainda que sem muitas novidades, em relação às outras vezes que ela veio no Brasil.

Olodum abre a última noite do Festival de Verão 2009

Eram 20h10 quando o Olodum subiu ao palco principal para abrir a última noite do Festival de Verão 2009. Com um repertório que mesclou velhas e novas músicas, o grupo formado no Pelourinho mostrou a mesma pegada e a batida contagiante do samba-reggae.



No palco, uma das novidades foi a presença da nova vocalista da banda, Nadjane, que se prepara para fazer o seu primeiro carnaval com o Olodum. Conhecida internacionalmente a banda já tem planos para o período pós – carnaval. Atualmente está em fase de escolha do repertório para a gravação do próximo DVD, que inicialmente tem data prevista para os dias 25 e 26 de abril.



Durante a coletiva para a imprensa, o vocalista do grupo Germano Meneghel adiantou que são muitas as participações especiais. Entre os possíveis convidados estão Paul Simon, Maná, Charlie Brown Júnior e antigos vocalistas da banda.



Ainda hoje sobem ao palco principal do Festival de Verão 2009 Capital Inicial, Alanis Morissette, Victor e Léo e Psirico.