quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Mistura de Ritmos em Salvador

Para animar ainda mais a festa baiana cheia de axé e folia, o Camarote Skol em Salvador será invadido por uma mistura de ritmos.

Uma das atrações que mesclará música baiana e música eletrônica será a Capoeira Skol. Sete capoeiristas com uniforme fluorescente da marca jogarão o esporte ao som de muita mistura da Bahia com a batida eletrônica.

Além dos capoeiristas, o camarote receberá também dançarinos baianos que ensinarão para o público do espaço como que se dança os novos hits do carnaval de Salvador.

Fonte: BDG

Bono comenta algumas faixas de "No Line On The Horizon", novo álbum do U2


Bono Vox, vocalista do U2, comentou algumas faixas do novo disco da banda "No Line On The Horizon", que será lançado no mês de março. Para divulgar o álbum, o grupo já liberou para download o áudio e o clipe da música "Get On Your Boots", primeiro single. Confira o que o Bono falou sobre algumas músicas:
"Crazy Tonight"
"É como a 'Beautiful Day' deste disco - tem aquele tipo de alegria", conta Bono. Com o refrão "I know I'll go crazy/If I don't go crazy tonight" [Sei que vou enlouquecer/se não ficar louco esta noite], é a música mais descaradamente pop da banda desde "Sweetest Thing" (1998).
"Unknown Caller"
Esta poderia ter feito parte de All That You Can't Leave Behind (2000). "A ideia é de que o narrador está em um estado alterado e o telefone começa a falar com ele", teoriza The Edge.
"Cedars of Lebanon"
"Neste álbum, dá pra sentir o que acontece no mundo olhando pela janela, arranhando o vidro", diz Bono, que canta esta balada do ponto de vista de um correspondente de guerra.
"Magnificent"
"Only love can leave such a mark" [Só o amor pode deixar uma marca assim], urra Bono no que soa como um hino imediato do U2. Will.i.am, do Black Eyed Peas, já fez o que Bono chama de "o mais extraordinário" remix da canção.
"Every Breaking Wave"
Uma canção grandiosa, com sintetizadores brilhantes influenciados por OMD e, segundo Bono, por "música eletrônica antiga". "Você não ouve bandas indie tocando um soul branco [como este]", completa.
"No Line on the Horizon"O balanço implacável da faixa-título começou como um improviso em grupo. "É bastante cru e bem direto ao ponto", diz The Edge. "É como rock & roll 2009."
Fonte: Revista Rolling Stone

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Do mangue para o Rio

O projeto da MTV “Sintonizando Recife” originou o DVD que reuniu as bandas da nova safra pernanbucana 3namassa, Maquinado, Monbojó e China. O resultado do projeto foi tão satisfatório, que os artistas continuam dividindo outros palcos pelo Brasil afora. Dois destes grupos, Maquinado e Mombojó, sobem ao palco do Circo Voador, na próxima sexta-feira, 13 de fevereiro, a partir das 22h.

A apresentação comprova que a efervescência cultural surgida na década de 90, em Pernambuco, resultou em caminhos e sons diversos. O resultado é que os limites do mangue foram facilmente extrapolados e, hoje, ao pensar no cenário cultural de Recife, as referências vão muito além do frevo e do maracatu.

As bandas que se apresentam no Rio de Janeiro nesta sexta se dividem em duas gerações: o Maquinado, liderado por Lúcio Maia, integrante da Nação Zumbi, principal expoente do movimento Mangue Beat ao lado de Chico Science; e o grupo Mombojó representando uma geração posterior, já influenciada pelo som e novas idéias que rolavam na cena cultural da cidade.

Maquinado – Guitarrista da Nação Zumbi, Lúcio Maia mostra composições próprias de seu projeto paralelo e abre sua forte participação com Sem conserto, com participações de Toca Ogan (percussão), Dengue (baixo) e o DJ PG. As bases eletrônicas e os scratches dão o tom para o rap 'Eletrocutado' (Rodrigo Brandão, Lúcio Maia e Dengue), com vocais de Rodrigo Brandão (Mamelo Sound System) e Lurdez da Luz. Logo depois, Lucio e Jorge Du peixe dividem os vocais em inglês e português na música 'O som', parceria da dupla com Dengue e Rica Amabis. Lúcio encerra a forte participação do Maquinado com a pesada 'Vendi a alma', repleta de distorções e sintetizadores.

Monbojó – Mais conhecida entre as quatro bandas, a Mombojó equilibra antigas e novas composições no projeto. Sem dois integrantes da formação original, o grupo se adequa à nova formação com a poética Duas cores, do álbum de estréia da banda. Em seguida, o vocalista Felipe S. apresenta a inédita Amigo do tempo, que mostra amadurecendo em letra e música. Outro sucesso do Mombojó, Faaca faz as luzes do cenário brilharem ora frenéticas, ora suaves, em sincronia com a melodia. Batidas eletrônicas e levadas de violão bem brasileiras compõem a gostosa Papapa, outra canção nova do Mombojó.

Serviço:
Sintonizando Recife: MOMBOJÓ e MAQUINADO
Circo Voador, Lapa, SEXTA, dia 13 de Fevereiro 2009
22 horas

Fãs do Red Hot ficam a ver navios

Depois de toda a expectativa sobre uma possível volta do Red Hot Chilli Peppers para tocar no Festival Coachella, sobrou para os fãs a frustração e incerteza quanto ao futuro da banda.

Entre as bandas que se apresentam na 10ª edição do Coachella estão Amy Whinehouse, The Cure, The Killers, Paul Mc Cartney, mas nada do RHCP. O grupo anunciou as férias em outubro do ano passado, e de lá para cá, cada um dos membros trabalham em projetos pessoais. O baixista Flea recentemente fez uma participação especial como trumpetista, no show do The Caltech Jazz Bands, em Pasadena, Los Angeles.

Mesmo sem a tão sonhada presença do Red Hot como um dos headliners, o Festival Coachella acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de abril deste ano, na Califórnia.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pearl Jam prepara disco independente

O Pearl Jam deve lançar seu nono disco de estúdio ainda em 2009, e de forma independente, pelo menos nos Estados Unidos. Atualmente, a banda está ensaiando para entrar em estúdio.

Em maio de 2008, o guitarrista Mike McCready afirmou que a banda já estava trabalhando em "quatro ou cinco músicas", o que gerou expectativas de que um novo disco seria lançado até o fim do ano passado. O último disco de inéditas, homônimo à banda, saiu em 2006.

Em comemoração antecipada aos 20 anos da banda (o Pearl Jam nasceu em 1990), o disco Ten, primeiro da carreira do quarteto e no qual surgiram os hits “Even Flow”, “Jeremy” e “Alive”, será relançado em quatro formatos diferentes.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Monobloco se prepara para o desfile na orla de Copacabana com ensaios na Fundição Progresso

Flavia Andrade tem 27 anos e não perde um ensaio do Monobloco. Onde quer que a banda vá, lá está a professora e mais seu grupo de amigas. Assim como ela, pelo menos mais três mil pessoas também preferem não perder o que Pedro Luis e a enorme bateria do Monobloco promovem quando estão em cena. E nesta sexta-feira todas essas pessoas apaixonadas pela batida contagiante do grupo carioca se encontraram na Lapa, Centro do Rio, quando o Monobloco inicou a sua série de quatro ensaios, se preparando para o encerramento do carnaval de 2009, dia 1º de março.

Como já virou tradição, o bloco formado por 130 batuqueiros, apelido carinhoso para os alunos das oficinas do Monobloco, é o responsável por fechar o carnaval do Rio de Janeiro, arrastando mais de 500 mil foliões para os seus desfiles na orla de Copacabana. Sob o comando do maestro Celso Alvim, os percussionistas da bateria fizeram a festa de quem foi na Fundição Progresso. Entre marchinhas e clássicos do carnaval, o bloco aind tocou Roberto Carlos, (“É proibido fumar” e “Todos estão surdos”), Beth Carvalho (“A chuva cai”, de Argemiro e Casquinha), Zeca Pagodinho (“Vai Vadiar”, de Monarco e Ratinho) , Tim Maia, “Tristeza” samba clássico de Haroldo Lobo e Niltinho.

Conhecido por sua diversidade rítmica – que passa pelo funk, samba-charme e xote, ijexá, marcha e côco – o Monobloco sempre traz uma novidade para o carnaval. E para os ensaios na Fundição, mais de 80 músicas estão selecionadas. Segundo o músico Gui Rodrigues, que um dia foi aluno e hoje faz parte do grupo principal do monobloco, o segredo está justamente na troca de experiência musical entre alunos e professores.

Quem conferiu o ensaio desta sexta-feira viu um pouquinho do que vem pela frente. Afinal, onde tem monobloco, o carnaval está muito mais que garantido.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Leo Jaime apresenta novo show para o público carioca no Canecão

Desde que foi notícia pela primeira vez, quando ainda atuava no João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, em 1980 - numa matéria sobre comportamento de uma grande revista nacional que anunciava a efervescência do rock Brasil na cena underground -, Leo Jaime já pisou no palco do Canecão inúmeras vezes. Nunca em um show seu. “Esse é um sonho que falta realizar,” diz o cantor, “Um sonho antigo: fazer parte do elenco que já teve o nome nos letreiros desta casa. Um templo que guarda a história da música popular brasileira”.

Depois de dezoito anos sem gravar um “disco de carreira” com músicas inéditas e treze depois de “Todo Amor”, seu último lançamento, “Interlúdio”, que dá nome ao show, não foi a única novidade na carreira do artista. Ainda com a primeira música do CD tocando nas rádios apareceu o convite para regravar o clássico “Maior abandonado” da dupla Frejat e Cazuza para a trilha da novela global “Três irmãs”. Além disso, depois de sete anos vivendo em São Paulo, o artista voltou para a cidade e para seus palcos, com o musical “Os Cafajestes”, e também à TV, com uma participação especial no episódio final da temporada de Toma Lá Dá Cá.


A volta ao Rio também proporcionou o reencontro com velhos amigos e parceiros. A gravação do DVD do João Penca e seus Miquinhos Amestrados, em dezembro, registrou um destes encontros: os Micos, Dusek e Leo atuam juntos no clássico Rock da Cachorra, de sua autoria. O reencontro com Kadu Menezes, com quem gravou alguns de seus discos e atuou durante anos, rendeu a formação da atual banda. Sob a batuta de Kadu, que empunha também as baquetas, estão Marcio Alencar (baixo), Humberto Barros (teclados) , Fernando Magalhães (guitarra) e o convidado especial Rodrigo Sha (sax, flauta e violão) que vai mostrar um pouco do seu primeiro trabalho em disco. Outras participações podem acontecer mas Leo Jaime nao gosta de anunciar canjas: “É estranho. O nome do artista no cartaz junto ao de todo mundo que vai aparecer de surpresa!(risos)”.


O repertório inclui algumas canções do novo disco, como “Pode ser”, nas rádios de todo o país, e “Fotografia”(parceria com Leoni) , entre outras que se encaixam com harmonia no repertório de clássicos como “Nada Mudou”, “Sete Vampiras”, “Rock Estrela”, “O pobre”(com Herbert Vianna), “A Vida Não Presta”(com os Micos Leandro e Abreu) ou “Preciso Dizer Que Te Amo”(de Bebel, Dé e Cazuza) e “A Formula do amor” (de Leo e Leoni). A propósito, não é exagero chamar de clássicos estas canções. Clássicos são os sucessos que resistiram e permanecem atuais, mesmo sem nenhum relançamento.


E este é o próximo projeto do artista: um DVD em que fiquem registradas estas canções nunca foram registradas em um disco “ao vivo” e nem regravadas pelo próprio autor ou por outros. “São canções que ficaram e que merecem um registro atual”, e completa, “Foi pensando nisto que idealizamos este show, na possibilidade de fazer este registro, algo que devo ao meu público. Os arranjos, na maior parte das vezes, são como nas gravações originais. Só mudamos alguns timbres e criamos algumas pequenas surpresas sem mudar aquilo que é essencial”.


A realização de um sonho é também o início de um outro.


Serviço:

Leo Jaime no Canecão

Endereço: Avenida Venceslau Brás, 215

Data: 10/02/09 (Terça-feira)

Horário: 20h30min (Abertura da casa às 19h)