domingo, 6 de agosto de 2017
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Móveis Coloniais de Acaju encerra atividades
A banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju anunciou na madrugada desta segunda-feira (26) uma "pausa por tempo indeterminado" nas atividades do grupo que foi criado há 18 anos no Distrito Federal. Na nota, o grupo anuncia que ainda vai realizar uma despedida dos fãs para "encerrar este ciclo" de maioridade musical.
Criado em 1998, o grupo lançou três álbuns de estúdio: Idem (2005); C_mpl_te (2009) e De Lá até Aqui (2013). Leia abaixo o comunicada da banda:
"Olá gente,
Gostaríamos de comunicar que faremos uma pausa com as/nas atividades do Móveis por tempo indeterminado.
Foi bom demais o que construímos com todos. Estamos muito felizes com tudo que conquistamos e a todos que sensibilizamos de alguma forma.
Gratidão eterna a tudo e a todos por esses 18 anos de aprendizado diário e de amor infinito.
Estamos preparando uma despedida para encerrar esse ciclo. Foram muitos anos vivendo emoções coletivamente. Chegou a hora de nos aventurarmos de outras formas. Mas isso não significa que deixamos de nos amar nem de amar essa troca que temos com vocês. Sabemos que vai bater muita saudade. daqui a pouco, mas precisamos passar por isso.
Beijos pra todo mundo e até breve!
André, Jatobá, fabio, Borém, Ofuji, Beto, Esdras, Paulo e Nigro"
Criado em 1998, o grupo lançou três álbuns de estúdio: Idem (2005); C_mpl_te (2009) e De Lá até Aqui (2013). Leia abaixo o comunicada da banda:
"Olá gente,
Gostaríamos de comunicar que faremos uma pausa com as/nas atividades do Móveis por tempo indeterminado.
Foi bom demais o que construímos com todos. Estamos muito felizes com tudo que conquistamos e a todos que sensibilizamos de alguma forma.
Gratidão eterna a tudo e a todos por esses 18 anos de aprendizado diário e de amor infinito.
Estamos preparando uma despedida para encerrar esse ciclo. Foram muitos anos vivendo emoções coletivamente. Chegou a hora de nos aventurarmos de outras formas. Mas isso não significa que deixamos de nos amar nem de amar essa troca que temos com vocês. Sabemos que vai bater muita saudade. daqui a pouco, mas precisamos passar por isso.
Beijos pra todo mundo e até breve!
André, Jatobá, fabio, Borém, Ofuji, Beto, Esdras, Paulo e Nigro"
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Scorpions comemora 50 anos em forma
Por Carlos Augusto Monteiro
Celebrando 50 anos de carreira, os alemães do Scorpions animaram os fãs no Rio de Janeiro, no sábado (10/9), após uma bem sucedida turnê brasileira que também teve mais três shows em São Paulo e um em Fortaleza.
Além de 2016 marcar o cinquentenário da banda, no sábado (17/09) completaram-se 41 anos de lançamento do álbum “In Trance”, que marcou a entrada do Scorpions no estilo de hard rock que os mantém até hoje, em oposição ao krautrock que a banda executava no início da carreira.
Para continuar na comemoração de datas, lá se foram 31 anos que os roqueiros aportaram em terras brazucas para a primeira edição do Rock in Rio, festival que inclusive foi lembrado pelo vocalista Klaus Meine para demonstrar a alegria de voltar ao Rio de Janeiro. Cidade, aliás, onde a banda já esteve por outras duas vezes, em 1997 (em festival com Dio, Bruce Dickinson solo e Jason Bonham Band) e 2007 (essa em um show um pouco “deslocado” na então HSBC Arena, grande demais para a banda e que contou com um set acústico, participação de Andreas Kisser e percursionistas que empobreceram algumas músicas com sua batucada sem sentido).
Por conta dessa má lembrança da última vinda, a expectativa pelo novo show era grande, visto que a banda passa por ótimo momento, de bom repertório, músicos entrosados e cada vez mais hábeis em seus instrumentos.
Com apenas 10 minutos de atraso, o show iniciou com a queda de um pano ilustrando a capa de “Return to Forever”, inaugurando o espetáculo realmente com um estrondo.
O Scorpions emendou direto nos clássicos “Make it real” e “The Zoo” (de “Animal Magnetism” – 1980) e a instrumental “Coast to Coast” (“Lovedrive” – 1978), que proporcionaram a primeira bela cena dos dois guitarristas Rudolph Schenker e Matthias Jabs no mini-palco à frente de uma passarela, exibindo juntos seus talentos.
Ao mesmo tempo, Klaus Meine empunha uma guitarra e sobe junto com o baixista Pawel Maciwoda na plataforma onde fica o baterista Mikkey Dee, constituindo, junto com o incrível telão, outra bela imagem para os fãs.
Ao fim da canção e sem perder o pique, Meine anuncia então que vão voltar aos anos 70 e sacia os fãs mais antigos com um medley contendo o heavy metal mais rasgado de “Top of the Bill / Steamrock Fever / Speedy's Coming / Catch Your Train”, respectivamente de “In trance” (1975), “Taken by force” (1977), Fly to the rainbow (1974) e Virgin Killer (1976), cumprindo a promessa de comemoração de 50 anos da banda, com músicas de várias épocas.
“We built this house” traz o Scorpions de volta aos anos 2010 trazendo um hard rock mais atual, acompanhado da modernidade dos telões, que, aqui, ilustram também a letra da música para todo mundo cantar junto.
E vamos a mais um momento marcante da carreira do Scorpions com um medley acústico , modalidade com que a banda foi muito bem sucedida em duas ocasiões, no álbum “Acoustica” (2001) e “MTV Unplugged – Live in Athens” (2013).
Nessa parte do show, os músicos vão ao pequeno palco na frente da passarela e executam “Always somewhere”, “Eye of the storm” e o mega-sucesso “Send me an angel”, com refrão cantado a plenos pulmões pelo público.
É aí também que a gente vê que Mikkey Dee, convocado para substituir James Kottak na turnê (ausente por problemas de saúde) já estava super integrado à banda. Mesmo sem tocar instrumento, ele estava ali no pequeno palco pedindo ao público que balançasse os braços para cima ao som das baladas. Situação impensável na sua antiga banda (Motörhead)! Dias depois do show, o Scorpions o anunciou como baterista definitivo.
Os alemães tocam então um dos seus maiores sucessos, “Wind of Change”, aquela do inesquecível assobio e que fala das mudanças que vieram na História com o fim do muro de Berlim. “Dynamite” retoma o peso ao show, que aumenta ainda mais com o cover de “Overkill”, do Motörhead, e Mikey Dee brilhando como sempre.
Segundo Klaus Meine, tocar uma canção do Motörhead foi um pedido do próprio baterista e o Scorpions escolheu qual seria. As imagens no telão de Lemmy Kilmister, morto de câncer no final do ano passado, emocionam os headbangers.
E tome clássicos, com “Blackout” (com direito à guitarra que solta fumaça de Rudolph Schenker) e “No one like you”,que, junto com “Dynamite”, são todas do mesmo disco, “Blackout” (1982).
Ainda recuperando o fôlego, a plateia recebe na cara um grande sucesso da fase mais “farofa” da banda: “Big City Nights”. As imagens de uma grande cidade aparentando Tóquio, no telão, e uma mulher dançando sensualmente evocam todas as sensações e tentações de uma cidade grande.
É chegada a hora de sair do palco e esperar o chamado da galera para o bis. Mas todos os momentos menos óbvios já tinham passado e não há mais surpresas. Por isso, vamos agora então às sempre presentes “Still loving you” e “Rock you like a hurricane”, sempre ótimas de serem ouvidas ao vivo.
Aos últimos acordes de “Hurricane”, o sorriso nos rosto dos integrantes e na plateia mostram que os Scorpions deixaram uma ótima impressão. Foi o fim da turnê brasileira, “neste ano”, conforme assegurou Klaus Meine. Dessa vez, ficou claro que despedida de carreira não é mesmo uma realidade próxima para estes veteranos do rock.
Celebrando 50 anos de carreira, os alemães do Scorpions animaram os fãs no Rio de Janeiro, no sábado (10/9), após uma bem sucedida turnê brasileira que também teve mais três shows em São Paulo e um em Fortaleza.
Além de 2016 marcar o cinquentenário da banda, no sábado (17/09) completaram-se 41 anos de lançamento do álbum “In Trance”, que marcou a entrada do Scorpions no estilo de hard rock que os mantém até hoje, em oposição ao krautrock que a banda executava no início da carreira.
Para continuar na comemoração de datas, lá se foram 31 anos que os roqueiros aportaram em terras brazucas para a primeira edição do Rock in Rio, festival que inclusive foi lembrado pelo vocalista Klaus Meine para demonstrar a alegria de voltar ao Rio de Janeiro. Cidade, aliás, onde a banda já esteve por outras duas vezes, em 1997 (em festival com Dio, Bruce Dickinson solo e Jason Bonham Band) e 2007 (essa em um show um pouco “deslocado” na então HSBC Arena, grande demais para a banda e que contou com um set acústico, participação de Andreas Kisser e percursionistas que empobreceram algumas músicas com sua batucada sem sentido).
Por conta dessa má lembrança da última vinda, a expectativa pelo novo show era grande, visto que a banda passa por ótimo momento, de bom repertório, músicos entrosados e cada vez mais hábeis em seus instrumentos.
Com apenas 10 minutos de atraso, o show iniciou com a queda de um pano ilustrando a capa de “Return to Forever”, inaugurando o espetáculo realmente com um estrondo.
O Scorpions emendou direto nos clássicos “Make it real” e “The Zoo” (de “Animal Magnetism” – 1980) e a instrumental “Coast to Coast” (“Lovedrive” – 1978), que proporcionaram a primeira bela cena dos dois guitarristas Rudolph Schenker e Matthias Jabs no mini-palco à frente de uma passarela, exibindo juntos seus talentos.
Ao mesmo tempo, Klaus Meine empunha uma guitarra e sobe junto com o baixista Pawel Maciwoda na plataforma onde fica o baterista Mikkey Dee, constituindo, junto com o incrível telão, outra bela imagem para os fãs.
Ao fim da canção e sem perder o pique, Meine anuncia então que vão voltar aos anos 70 e sacia os fãs mais antigos com um medley contendo o heavy metal mais rasgado de “Top of the Bill / Steamrock Fever / Speedy's Coming / Catch Your Train”, respectivamente de “In trance” (1975), “Taken by force” (1977), Fly to the rainbow (1974) e Virgin Killer (1976), cumprindo a promessa de comemoração de 50 anos da banda, com músicas de várias épocas.
“We built this house” traz o Scorpions de volta aos anos 2010 trazendo um hard rock mais atual, acompanhado da modernidade dos telões, que, aqui, ilustram também a letra da música para todo mundo cantar junto.
E vamos a mais um momento marcante da carreira do Scorpions com um medley acústico , modalidade com que a banda foi muito bem sucedida em duas ocasiões, no álbum “Acoustica” (2001) e “MTV Unplugged – Live in Athens” (2013).
Nessa parte do show, os músicos vão ao pequeno palco na frente da passarela e executam “Always somewhere”, “Eye of the storm” e o mega-sucesso “Send me an angel”, com refrão cantado a plenos pulmões pelo público.
É aí também que a gente vê que Mikkey Dee, convocado para substituir James Kottak na turnê (ausente por problemas de saúde) já estava super integrado à banda. Mesmo sem tocar instrumento, ele estava ali no pequeno palco pedindo ao público que balançasse os braços para cima ao som das baladas. Situação impensável na sua antiga banda (Motörhead)! Dias depois do show, o Scorpions o anunciou como baterista definitivo.
Os alemães tocam então um dos seus maiores sucessos, “Wind of Change”, aquela do inesquecível assobio e que fala das mudanças que vieram na História com o fim do muro de Berlim. “Dynamite” retoma o peso ao show, que aumenta ainda mais com o cover de “Overkill”, do Motörhead, e Mikey Dee brilhando como sempre.
Segundo Klaus Meine, tocar uma canção do Motörhead foi um pedido do próprio baterista e o Scorpions escolheu qual seria. As imagens no telão de Lemmy Kilmister, morto de câncer no final do ano passado, emocionam os headbangers.
E tome clássicos, com “Blackout” (com direito à guitarra que solta fumaça de Rudolph Schenker) e “No one like you”,que, junto com “Dynamite”, são todas do mesmo disco, “Blackout” (1982).
Ainda recuperando o fôlego, a plateia recebe na cara um grande sucesso da fase mais “farofa” da banda: “Big City Nights”. As imagens de uma grande cidade aparentando Tóquio, no telão, e uma mulher dançando sensualmente evocam todas as sensações e tentações de uma cidade grande.
É chegada a hora de sair do palco e esperar o chamado da galera para o bis. Mas todos os momentos menos óbvios já tinham passado e não há mais surpresas. Por isso, vamos agora então às sempre presentes “Still loving you” e “Rock you like a hurricane”, sempre ótimas de serem ouvidas ao vivo.
Aos últimos acordes de “Hurricane”, o sorriso nos rosto dos integrantes e na plateia mostram que os Scorpions deixaram uma ótima impressão. Foi o fim da turnê brasileira, “neste ano”, conforme assegurou Klaus Meine. Dessa vez, ficou claro que despedida de carreira não é mesmo uma realidade próxima para estes veteranos do rock.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
25 anos de "Smells Like Teen Spirit"
Ningúem em sã consciencia poderia esperar que aqueles acordes mal tocados - LA DO RE LA RE DO - levariam Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl para o topo das paradas de sucesso. A música é um dos seus maiores hits do Nirvana e alcançou a sexta posição na lista "Billboard Hot 100", permanecendo como grande sucesso na indústria musical entre 1991 e 1992.
O título da música foi escolhido por acaso. A ideia surgiu após uma amiga de Kurt Cobain ter escrito com spray "Kurt Smells Like Teen Spirit" na sua parede. Para o vocalista aquilo pareceu um slogan revolucionário. No entanto, Cobain descobriu depois que sua amiga - Kathleen Hanna - fez isso porque acha que Kurt cheirava a um desodorante chamado Teen Spirit. Meses depois que o single foi lançado, o líder do Nirvana afirmou que nem fazia ideia que aquilo era uma marca de desodorante.
Outra curiosidade bacana sobre "Smells Like Teen Spirit" é que os figurantes do video clipe oficial foram selecionados com um panfleto na rua. O cartaz pedia que jovens entre 18 e 25 anos comparecessem a um estúdio vestido como um “personagem do colegial”, punks, nerds, formais. Os "atores" deviam estar preparados para permanecer em estúdio por uma longa jornada.

Acredita-se que o single foi tocado ao vivo pela primeira vez em abril de 1991, no registro que segue abaixo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Zack de La Rocha lança novo single
O vocalista Zack de la Rocha lançou nesta quinta-feira “Digging For Windows”, o primeiro single do seu disco solo. Conhecido por seu trabalho com Rage Against the Machine, o vocalista mantém a mesma linha de composição que o consagrou como um dos maiores nomes da sua geração. "Eu fico olhando para um futuro tão tóxico / No confiança na poeira de uma promessa / não irá marcar o nome em uma cédula / Assim, eles podem ser livres para devorar as nossas opções ".
Ainda sem data prevista para lançamento oficial “Digging For Windows” foi produzida por El-P e traz uma pegada muito mais ligada ao hip-hop do que ao rock. A música possui uma batida concisa. De la Rocha e El-P trabalharam juntos em 2014 em "Close Your Eyes".
Confira abaixo o novo single de De La Rocha.
Ainda sem data prevista para lançamento oficial “Digging For Windows” foi produzida por El-P e traz uma pegada muito mais ligada ao hip-hop do que ao rock. A música possui uma batida concisa. De la Rocha e El-P trabalharam juntos em 2014 em "Close Your Eyes".
Confira abaixo o novo single de De La Rocha.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Festival Yo! Music reúne em Brasília os maiores nomes do Rap Nacional
Neste sábado, 3 de setembro, Brasília recebe os maiores nomes do rap nacional durante o festival Yo! Music. O evento mostrará toda a força da cultura hip hop, reunindo MCs, BBoys, grafiti, breakdance e esportes radicais.
Com uma estrutura formada por diversos palcos e cenários inspirados na cultura hip hop, artistas como Racionais MCs, RZO, Black Alien, GOG, Viela 17 e Negra Li marcam presença no evento, que terá, ainda, a participação dos campeões mundiais de skate Bob Burnquist e Sandro Dias. Os dois farão algumas performances de manobras durante as apresentações musicais.
LINE UP YO! MUSIC
Racionais MCs
Negra Li
RZO
Flora Matos
Black Alien
Cone Crew
Costa Gold
Bob Burnquist
Sandro Dias
Viela17
GOG
MV Bill
All-Star Brasil
Felipe Ret
Douglas (Realidade Cruel)
DJ Jamaica
Don Pixote
Gregory
DBS Gordão Chefe
Cronica Mendes
X Câmbio Negro
Família Madá
Serviço
Yo! Music
Estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha.
Amanhã, a partir das 12h.
Ingressos a R$ 50 (pista) e R$ 100 (front stage) podem ser adquiridos por meio do site www.yomusic.com.br.
Com uma estrutura formada por diversos palcos e cenários inspirados na cultura hip hop, artistas como Racionais MCs, RZO, Black Alien, GOG, Viela 17 e Negra Li marcam presença no evento, que terá, ainda, a participação dos campeões mundiais de skate Bob Burnquist e Sandro Dias. Os dois farão algumas performances de manobras durante as apresentações musicais.
LINE UP YO! MUSIC
Racionais MCs
Negra Li
RZO
Flora Matos
Black Alien
Cone Crew
Costa Gold
Bob Burnquist
Sandro Dias
Viela17
GOG
MV Bill
All-Star Brasil
Felipe Ret
Douglas (Realidade Cruel)
DJ Jamaica
Don Pixote
Gregory
DBS Gordão Chefe
Cronica Mendes
X Câmbio Negro
Família Madá
Serviço
Yo! Music
Estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha.
Amanhã, a partir das 12h.
Ingressos a R$ 50 (pista) e R$ 100 (front stage) podem ser adquiridos por meio do site www.yomusic.com.br.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Michael Jackson faria 58 anos hoje
Mesmo após sua morte, o cantor continua ser o Rei do Pop e um dos artistas que mais vende discos em todo o mundo. O álbum Thriller, de 1982, bateu 30 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos em dezembro de 2015 e, segundo estimativas, já foi comprado mais de 100 milhões de vezes no mundo todo. E o videoclipe da música que da nome ao disco revolucionou o padrão da época, elevando o patamar das produções audiovisuais.
Para matar saudade um pouco do Rei do Pop.
Para matar saudade um pouco do Rei do Pop.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
As duas versões mais pesadas de músicas do Bob Marley
Em uma pesquisa rápida na internet, a gente pode ver várias versões de músicas do Bob Marley. O número de covers de Marley é tão expressivo que, em seu site oficial, há uma área exclusiva para divulgá-los.
Há versões bem famosas, como I Shot The Sheriff, com Eric Clapton, Could You Be Loved, com Joe Cocker, High Tide or Low Tide, com Jack Johnson e Ben Harper, Is This Love, com Rihanna e por aí vai. Entre os artistas brasileiros, alguns nomes que já gravaram e tocaram Marley estão Gilberto Gil, Elba Ramalho, Renato Russo, Raimundos, além de Rodox (projeto do Rodolfo, ex-Raimundos) e Sepultura. Os dois últimos, aliás, apresentaram as duas versões mais diferentes e e pesadas de músicas do Bob Marley. Sepultura, com War, e Rodox, com Exodus. Confere abaixo.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Liam Gallagher quer uma reunião do Oasis para homenagear os fãs
Com as atividades encerradas em 2009 por conta de desavenças entre os irmãos Gallagher, o Oasis pode estar cada próximo de uma reunião. Recentemente, Liam Gallagher disse à Q Magazine, uma das maiores revistas de música do Reino Unido, que deseja uma reunião da banda como forma de homenagear os fãs.
Apesar de Liam declarar que não tem vontade de tocar ao lado de Noel, segundo ele a banda poderia fazer uma turnê durante um ano. Para Noel, o reencontro não é tão provável. "Você acha que eu quero estar em uma banda com meu irmão? OLiam precisa mudar. Se o cara não me quer de volta na nossa banda, eu também não quero", confessou.
Apesar de Liam declarar que não tem vontade de tocar ao lado de Noel, segundo ele a banda poderia fazer uma turnê durante um ano. Para Noel, o reencontro não é tão provável. "Você acha que eu quero estar em uma banda com meu irmão? OLiam precisa mudar. Se o cara não me quer de volta na nossa banda, eu também não quero", confessou.
Guitarrista Marcelo Barbosa lança primeiro single do novo CD
Dancing Heart é o nome do novo single do novo CD do guitarrista Marcelo Barbosa, lançado na web com videoclipe. Batizado de "Nêgo", o disco será lançado no segundo semestre de 2016. "Estou muito orgulhoso do resultado final e agradeço à todos que puderem compartilhar e comentar as suas impressões, juntos chegaremos mais longe", escreveu o músico em sua página oficial. Marcelo Barbosa está acompanhado de Thomas Lang (bateria), Marcelo Sá (violão e guitarra base), Giovanni Senna (baixo), Bruno Wambier (teclados).
O vídeo clipe conta com a atriz Bárbara Albuquerque e tem produção musical assinada por Marcelo Sá, e produção executiva por Marcus Vinicius Cocota. A direção é de Caio Cortonesi.
Confira o clipe abaixo.
O vídeo clipe conta com a atriz Bárbara Albuquerque e tem produção musical assinada por Marcelo Sá, e produção executiva por Marcus Vinicius Cocota. A direção é de Caio Cortonesi.
Confira o clipe abaixo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
The Kooks confirma shows em São Paulo e no Rio de Janeiro
Formado por Luke Pritchard (vocal e guitarra), Hugh Harris (guitarra), Peter Denton (baixo) e Alexis Nunez (bateria), o quarteto britânico executará as canções que fazem parte do disco Listen, lançado em 2014. Além das novas composições, a banda liderada pelo guitarrista e por Pritchard revisitará antigos hits, como “She Moves In Her Own Way” e “Naïve”, ambas do trabalho de estreia Inside In/Inside Out (2006).
A primeira passagem do The Kooks pelo Brasil aconteceu em junho de 2009, com a turnê do álbum Konk (2008), antecessor de Junk of the Heart, que chegou às lojas em setembro de 2011 e acrescentou elementos da música eletrônica ao som do quarteto.
The Kooks no Brasil
São Paulo
26 de outubro, às 21h30
Citibank Hall – Av. das Nações Unidas, 17955 – Santo Amaro
Ingressos entre R$ 100 e R$ 600
Rio de Janeiro
27 de outubro, às 21h30
Metropolitan – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque, Barra da Tijuca
Ingressos entre R$ 120 e R$ 600
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Álbum Preto do Metallica completa 25 anos
Lançado em 12 de agosto de 1991, o Black Album ("Álbum Negro") do Metallica completa hoje 25 anos. Quinto disco de estúdio, o álbum que até hoje fomenta o debate entre muitos headbangers é um divisor de águas na carreira da banda. Foi a partir do disco, que traz uma sonoridade mais melódica e comercial, que o Metallica entrou de vez para a lista das maiores bandas do metal mundial.
Ainda que o disco não tenha agradado em cheio os fãs mais radicais, o Black Album foi responsável por colocar a banda no Rock and Roll Hall of Fame e também garantiu o primeiro Grammy Award. O álbum preto vendeu 15,7 milhões de cópias somente nos Estados Unidos. Das doze músicas, cinco ganharam clipes transmitidos exaustivamente na MTV.
The Black Album: Track Listing:
01. “Enter Sandman”
02. “Sad But True”
03. “Holier Than Thou”
04. “Unforgiven”
05. “Wherever I May Roam”
06. “Don’t Tread on Me”
07. “Through the Never”
08. “Nothing Else Matters”
09. “Of Wolf and Man”
10. “The God That Failed”
11. “My Friend of Misery”
12. “The Struggle Within”
The Black Album: Track Listing:
01. “Enter Sandman”
02. “Sad But True”
03. “Holier Than Thou”
04. “Unforgiven”
05. “Wherever I May Roam”
06. “Don’t Tread on Me”
07. “Through the Never”
08. “Nothing Else Matters”
09. “Of Wolf and Man”
10. “The God That Failed”
11. “My Friend of Misery”
12. “The Struggle Within”
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Plebe Rude e Camisa de Vênus invadem o Circo Voador
No dia 9 de setembro, Plebe Rude e Camisa de Vênus, duas lendas do rock nacional voltam ao Rio de Janeiro para única apresentação no Circo Voador. Nomes essenciais em qualquer discografia do rock nacional, os grupos continuam na ativa e apresentam para os cariocas seus mais recentes trabalhos.
A Plebe Rude vai mostrar as músicas do novo álbum, ‘Nação Daltônica’, que pelo título já mostra que a banda continua com as garras afiadas e a o punch certeiro. Oito anos depois de seu último disco, a Philippe Seabra, André X (remanescentes da formação original), Clemente e Marcelo Capucci inflamam ainda mais o discurso direto e contundente que vai na contramão do “punk ostentação” e mostra que valeu a pena manter intactos os princípios que os tornaram amados e respeitados até hoje. Músicas como ‘Retaliação’ e ‘Tudo que Poderia Ser’ irão figurar ao lado de clássicos como ‘Minha Renda’, ‘Nunca Fomos Tão Brasileiros’ e ‘Brasília’ mostrando que, como disse o mais novo agregado à banda, Clemente, “essa é uma geração que veio para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a ‘Asa Branca’, atrasar o ‘Trem das Onze’, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer".
Já o Camisa de Vênus, com Marcelo Nova e Robério Santana, da formação original, e os novos integrantes Drake Nova, Leandro Dalle e Célio Glouster, comemora os 35 anos de banda. O grupo apresenta sucessos como ‘Bete Morreu’, ‘O Adventista’ e ‘Eu Não Matei Joana D’Arc’, que obrigaram o mainstream a engolir o niilismo punk do grupo, além de outras mais lado B, como ‘A Urna da Obsessão’ e ‘Como no Inferno de Dante’.
Sem dúvida será uma noite memorável. Uma oportunidade para ver de perto duas bandas brasileiras que escreveram parte do rock nacional.
Mais informações clique aqui.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Integrante da nova geração do RAP do DF, Vias D'Fato lança primeiro single
![]() |
| Junin e Lejow |
“Com 10 anos já escutava GOG e ficava fascinado com o domínio que ele tinha com a palavra. Também ouvia o Viela 17, outro grupo que eu respeito bastante. Mas eu me inspiro bastante no MOVNI e TheGusT MC's e ao mesmo tempo mostro pela minha música que não preciso ser igual, só preciso ser eu mesmo, e buscar sempre crescimento”, ressalta Lejow quando destaca as suas principais influências entre os grupos do Distrito Federal.
A música LifeStyle foi produzida em trabalho completamente independente, no LP Studios. O clipe teve roteiro, direção e fotografia de MC Nauí, da Terceiro Round Produções.
Siga o Vias D'Fato no facebook.
Clique e confira “Lifestyle”:
domingo, 31 de julho de 2016
André Sampaio & Os Afromandinga prepara série de vídeos
E na fanpage o grupo deixou um recado sobre a primeira noite da tour no México: "Primeiro show no México não poderia ser melhor!! Casa cheia e bailante, o Teatro Ocampo foi palco de um encontro lindo e emocionante entre a gente e o público de todas as idades de Cuernavaca! Muchas gracias a todos, en especial a lá secretaria de cultura de Morelos, a Celso Duarte e su equipo e a el Teatro Ocampo e su equipo por todo!! Fue fantástico!! Próximo destino: Ciudad de México!!"
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Guns anuncia show extra em São Paulo
Devido à grande busca por ingressos para os shows do Guns N’ Roses no Brasil, que acontecem em novembro deste ano, a empresa responsável pela turnê no país anunciou que um show extra foi marcado para o dia 12 de novembro, no Allianz Parque, em São Paulo – SP.
Com a inclusão da nova apresentação em solo brasileiro, agora, a banda fará seis shows: no Estádio do Beira Rio, em Porto Alegre – RS, no dia 8; em São Paulo - SP, no Allianz Parque, nos dias 11 e 12; no dia 15, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba – PR; no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro – RJ, no dia 18; e em Brasília, no Estádio Nacional, no dia 20.
Vale destacar que a turnê registra o retorno de Slash, Duff McKagan e Axl Rose na mesma formação, algo que aconteceu pela última vez há mais de 20 anos. Atualmente eles excursionam os Estados Unidos.
Com a inclusão da nova apresentação em solo brasileiro, agora, a banda fará seis shows: no Estádio do Beira Rio, em Porto Alegre – RS, no dia 8; em São Paulo - SP, no Allianz Parque, nos dias 11 e 12; no dia 15, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba – PR; no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro – RJ, no dia 18; e em Brasília, no Estádio Nacional, no dia 20.
Vale destacar que a turnê registra o retorno de Slash, Duff McKagan e Axl Rose na mesma formação, algo que aconteceu pela última vez há mais de 20 anos. Atualmente eles excursionam os Estados Unidos.
Informações sobre ingressos em https://www.ingressorapido.com.br/gunsnrvendas2016/?id=51795#!/tickets
sábado, 23 de julho de 2016
Jason Newsted lança projeto acústico
Jason Newsted, ex-baixista do Metallica, lançou nesta sexta-feira, 22 de julho, o seu novo projeto acústico. O músico participou de um pocket show na Mighty Fine Guitars, loja de instrumentos musicais na Califórnia. Newsted falou sobre sua decisão de embarcar nesta nova jornada musical três décadas depois que ele se juntou ao Metallica para substituir Cliff Burton.
"Depois de trinta anos de tocar música pesada e viajando ao redor do mundo, eu estive em todo o mundo sobre os tempos de cinco anos e meio, cinqüenta e cinco países. Eu já escalei a montanha e não há mais montanha para ser escalada. Então, dentro do sucesso que tive com o grupo - eu era um membro desse grupo, algo maior do que todos nós; e temos Grammy e o rock And roll Hall da fama e todas essas coisas diferentes, que talvez seja o mais longe que podemos ir nesse tipo de música. E é outra coisa de alguém por sua vez, para se divertir em que a música agora ".
"Eu não posso tocar como Slipknot agora, esses caras são mais pesados e mais rápido do que eu poderia sonhar. Então é assim que eu posso tocar (acústico), e isso é o que vou fazer para o resto do tempo da vida. Eu sempre quero tocar, eu tenho que tocar no meu cada dia, e se eu não fizer isso, eu vou ficar louco - literalmente. Qualquer um que me conhece sabe que vivo para a música".
Apesar de a direção musical mais descontraída de seu novo projeto, Newsted foi rápido em apontar que ainda gosta de metal mas que seu novo projeto passa a ser seu estilo de música, sem preocupação com o sucesso ou ganhar muito dinheiro. Newsted e "amigos" não revelados vão tocar em dois shows beneficentes acústicos para Little Kids Rock, que oferece às crianças em distritos escolares carentes com instrumentos e educação musical, em 5 de Agosto e 6 de agosto no Mighty Fine Guitars em Lafayette, Califórnia.
Jason deixou o Metallica em 2001, mas foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2009, junto com o guitarrista/ vocalista James Hetfield, o baterista Lars Ulrich, o guitarrista Kirk Hammett, e o baixista que o substituiu Robert Trujillo.
Cidade FM 102,9 deixa o dial carioca pela segunda vez: o relato emocionado de quem faz parte da história da rádio
Por TioPensamento - DJ e pesquisador musical
https://www.facebook.com/TioPensamento
Destas, a Cidade foi, sem dúvida nenhuma, a maior responsável. Nela eu passei a maior parte do tempo ligado. Foi onde eu conheci bandas novas, aprendi sobre bandas clássicas, passei a entender mais sobre a ligação ouvinte/rádio. Esta mesma Cidade me levou para vários shows, me aproximou de vários membros de bandas, desenhou minha trilha sonora em várias ocasiões. Até que em 2006... A Cidade saia do ar.
Esperei até 00h do dia 06/03/2006, a quebra de protocolo de Serginho Bitenka, MUITO emocionado, trocando a música que deveria tocar e colocando George Harrison, que dizia "All Those Years Ago". Ao acabar, um silêncio. Um silêncio no dial, um silêncio na alma. Havia sumido do dial, a rádio pela qual havia me apaixonado desesperadamente.
Foi difícil e só com um certo tempo consegui pegar uma afeição pela Oi FM. Mas, mesmo com o passar dos anos, JAMAIS deixei de acreditar que um dia a Cidade voltaria. Segui, acompanhando a Cidade, agora como web rádio, até que um dia, a Oi FM deixa o 102,9FM, o dial SAGRADO. No seu lugar entrou um projeto chamado "A Rádio do Verão", que nada mais era a própria Oi FM, tampando um buraco.
Após este período, a Jovem Pan ocupou o dial, mas ficou pouco tempo, não gerando o retorno financeiro esperado e deixando o dial vago. O que? Os 102,9 vago??? Vamos pilhar, vamos fazer campanha pra Cidade voltar!!! E foi assim. Fizemos uma campanha GIGANTESCA, e, um belo dia, recebo a seguinte mensagem: Conseguimos! A Cidade vai voltar. Foi uma emoção MUITO grande (hoje, escrevendo este texto ainda me emociono ao lembrar ). Fiquei louco, dentro de casa! Não dava para acreditar: A RÁDIO CIDADE IRIA VOLTAR AOS 102,9!!! Junto com esta mensagem, veio uma instrução: Não conta pra ninguém ainda!
Como segurar ??? Como ver a galera pedindo o retorno e não poder responder "Calma, ela vai voltar!!"? Pouco tempo depois, uma nova mensagem: PODE ESPALHAR: Voltamos dia 10/03/2014! Joguei a informação no Facebook e, imediatamente, VÁRIAS pessoas mandaram mensagens perguntando se era real, como era possível, etc.
SIM! ERA REAL! ELA ESTARIA DE VOLTA EM BREVE!!!
Lembro que meu celular não tinha rádio e comprei um MP3 player destes chineses, só para acompanhar o retorno da rádio. Então, dia 10/03/2014, já liguei o rádio por volta das 6h e sintonizei nos 102,9. Pontualmente, às 7h um coração começa a bater nos meus ouvidos, era ela renascendo... Seguido deste coração, vem a vinheta "Em Brasília 7 horas, agora o bicho vai pegar!!!", logo em seguida, um grito do Paulinho Coruja "E aí galeraaaaa, a Rádio Cidade está de voltaaaaaa" e uma versão de "Aumenta que isso aí é rock n´roll" começa a tocar.
Era o rock voltando aos 102,9! Era a CIDADE voltando, após 8 anos fora do dial sagrado. Acaba a música e, a primeira voz que escuto é a do Serginho Bitenka, o mesmo que havia se despedido do dial, em 2006. Seguido dele, outra lenda: Demmy Morales. E logo depois Paulinho Coruja. Era a mesma galera! Era a Cidade!!! Neste momento, eu, dentro do metrô, não consigo deixar escapar a emoção e rola uma lágrima. Ok, algumas lágrimas.
Neste dia não desgrudei do fone, não desgrudei da Cidade. Como alguém matando a saudade de um ente querido. Rolou de tudo um pouco este dia, inclusive um agradecimento direcionado a mim, vindo do Bitenka, por ter ajudado na campanha do retorno. Que orgulho!!!
No fim do dia dei uma passada no estúdio e QUE FESTA estava rolando. Muita gente na recepção, muita gente nos corredores, todos querendo ver de perto se era verdade. Nos dias que seguiram, foi como voltar ao passado, vários ex-locutores passaram pelo estúdio, aumentando a nostalgia deste retorno: Monika Venerabile, Rhodes Lima, Lia Ester, para citar alguns. A Cidade se solidificou, voltou a crescer, pegou de volta as promoções de shows que deveriam estar com ela desde sempre, recebeu de braços abertos seus ex-ouvintes, colocou o rock novamente do dial carioca!
O que podia dar errado? Era uma das grandes no ibope, em dois anos disparou!!! Até que rolam os primeiros problemas... As primeiras "reformulações": Saem Pamela Renha, Jean, Marcio Mio e Bitenka! Surpresa geral!!! Alguns usaram a crise para justificar, mas infelizmente era bem mais que isso... Um desenho TERRÍVEL estava se formando. Dias depois, anunciaram o término de um dos carros chefes da rádio, o "Hora dos perdidos" e algumas reformulações da programação. Durou 3 dias... No quarto dia uma reunião a portas fechadas selou o destino: Era o fim da rádio Cidade...
Recebi uma nova mensagem na Quinta-feira (21/07/2016), por volta de 9h30, nela uma frase que não gostaria de ter lido JAMAIS: Já era, a Cidade vai sair do dial mais uma vez... Na hora o choque. Não pensei em muita coisa. Com o passar do dia foi caindo a ficha e comecei a perceber o QUÃO grande era o estrago. Até que, por volta de 14h, em seu Facebook, Demmy Morales posta uma foto como Zeca, agradecendo a rádio. Era o fim. A Cidade sai mais uma vez do dial do RJ...
Não culpem a audiência, não culpem o funk, o pagode, a "cena rock" do RJ, NADA disso justifica o arrendamento do dial. A culpa é, ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE da gestão. Infelizmente temos empresários gerindo o 102,9 e não amantes do rádio. O valor oferecido pelo grupo Universo (que irá colocar a rádio Mania no lugar da Cidade) foi considerado irrecusável e com isso o martelo foi batido, sem uma consulta aos funcionários, sem uma consulta aos ouvintes, sem uma justificativa plausível que seja.
A cidade deixa o dial após 2 anos e 4 meses, mas sai com a sensação de dever cumprido. Foi feito de TUDO para que, durante este tempo, as coisas estivessem da melhor maneira possível. Deixo meu MUITO obrigado a TODOS os envolvidos no projeto. TODOS. Vocês foram guerreiros. A Cidade deixa o dial, mas segue na web e em nossos corações. E vocês podem ter TODA certeza que, à partir de hoje, recomeço mesmo que de forma acanhada, mais uma vez a campanha #VoltaCidade.
Um dia ela volta. Ahhhhh se volta...
Um dia ela volta. Ahhhhh se volta...
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Temple of the Dog relança álbum de estreia e sai em turnê pela primeira vez
O Temple of the Dog sairá em turnê pela primeira vez para comemorar os 25 anos do único álbum. O quinteto, considerado um supergrupo, é formado pelo vocalista Chris Cornell, do Soundgarden, os guitarristas Mike McCready e Stone Gossard, e o baixista, Jeff Ament, do Pearl Jam, e o baterista das duas bandas, Matt Cameron. Os show acontecerão em novembro, em cinco cidades dos Estados Unidos: Filadélfia, Nova York, São Francisco, Los Angeles e Seattle.
Além das apresentações, no dia 30 de setembro, a UMe vai levar às lojas um relançamento de 25 anos do disco autointitulado da banda, remixado pelo colaborador de Pearl Jam e Soundgarden, Brendan O’Brien. A reedição estará disponível em quatro versões: pacote super de luxo com quatro CDs, vinil duplo, edição com dois CDs e com apenas um CD.
A edição super de luxo e a com dois CDs incluirá cinco sobras de estúdio e sete gravações demo (incluindo duas músicas que não chegaram até as sessões do álbum, “Angel of Fire” e “Black Cat”). O pacote de luxo ainda contará com um DVD recheado de imagens de shows, videoclipes e mais.
A edição super de luxo e a com dois CDs incluirá cinco sobras de estúdio e sete gravações demo (incluindo duas músicas que não chegaram até as sessões do álbum, “Angel of Fire” e “Black Cat”). O pacote de luxo ainda contará com um DVD recheado de imagens de shows, videoclipes e mais.
Cornell formou o Temple of the Dog depois da morte por overdose do amigo próximo e colega de quarto, Andrew Wood, líder do Mother Love Bone. Depois do luto da morte, ele recrutou os integrantes do Mother Love Bone – Gossard e Ament –, que recrutaram McCready. Finalmente, eles fecharam a formação trazendo Cameron, do Soundgarden.
Mesmo nunca tendo saído em turnê, o Temple of the Dog fez diversos shows ao longo dos anos – primeiro em Seattle, em novembro e dezembro de 1990. Cornell também se juntou ao Pearl Jam no show beneficente de Neil Young, Bridge School, em 2014. O Temple chegou a se reunir brevemente para tocar duas músicas – “Reach Down” e “Call me a Dog” – no Benaroya Hall, em Seattle, em 2015.
Mesmo nunca tendo saído em turnê, o Temple of the Dog fez diversos shows ao longo dos anos – primeiro em Seattle, em novembro e dezembro de 1990. Cornell também se juntou ao Pearl Jam no show beneficente de Neil Young, Bridge School, em 2014. O Temple chegou a se reunir brevemente para tocar duas músicas – “Reach Down” e “Call me a Dog” – no Benaroya Hall, em Seattle, em 2015.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Prophets of Rage lança primeira música de estúdio
O Prophets of Rage lançou nesta segunda-feira a sua primeira música de estúdio. Formado por Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk (Rage Against The Machine), Chuck D e DJ Lord (Public Enemy) e B-Real (Cypress Hill), o grupo sairá em turnê no dia 19 de agosto, com participação do Awolnation.
A música “Prophets of Rage” foi inspirada na faixa de mesmo nome da banda Public Enemy, lançada em 1988, no álbum “It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back”. A versão do supergrupo foi produzida por Brendan O’Brien, que já trabalhou com o Rage Against The Machine anteriormente. A estreia televisiva da música será no dia 25 de julho, com uma apresentação no programa americano Jimmy Kimmel Live.
A música “Prophets of Rage” foi inspirada na faixa de mesmo nome da banda Public Enemy, lançada em 1988, no álbum “It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back”. A versão do supergrupo foi produzida por Brendan O’Brien, que já trabalhou com o Rage Against The Machine anteriormente. A estreia televisiva da música será no dia 25 de julho, com uma apresentação no programa americano Jimmy Kimmel Live.
Em mensagem no facebook Brad Wilk declarou: “Em um ano que não esqueceremos tão cedo, ‘Prophets of Rage’ é uma música/banda feita para as inúmeras pessoas que sentem que não possuem mais uma voz num sistema que apenas se importa com poucos. Essa música é um golpe sólido em um mundo entorpecido por pop sem sentido. Estou honrado em estar fazendo música com Tom, DJ Lord, Tim, Chuck D e B Real. E ter Brendan O’Brien produzindo essas faixas é uma ótima combinação. Poder para as Pessoas”.
Confira “Prophets of Rage” abaixo:
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