sexta-feira, 26 de maio de 2017

Proibição de Max e Iggor em documentário sobre o Sepultura é um desrespeito aos fãs da banda

No próximo dia 14 junho estreia nos cinemas do Brasil o documentário Sepultura Endurance. Gravado durante sete anos, o longa foi dirigido por Otávio Juliano e conta a história do grupo, que é o maior nome do metal nacional. Porém, um detalhe intrigou os fãs da banda. Essa semana a Folha de S.Paulo divulgou que os irmãos Cavalera não permitiram que músicas da fase deles fossem usadas no filme e, por uma determinação da justiça, o longa não terá alguns dos grandes clássicos da banda. A proibição é amparada pela Lei de Direitos Autorais 9.610/98, art. 29.

Mas, como assim? Qual a ideia de Max e Iggor com essa proibição? Prejudicar a banda ou os fãs? Ao que parece, a ideia dos irmãos é envolver os fãs numa briga de condomínio que já se estende por alguns anos, se agravou após a saída do Iggor da banda e, pelo visto, não tem previsão de fim. A consequência do veto às músicas do período Max e Iggor no documentário é que os fãs serão privados de uma fase importante da história da banda.

Sem querer entrar no mérito de qual fase é melhor que outra, até porque para mim as duas são igualmente valiosas, o fato é que Andreas e Paulo Xisto ao lado do Derrick e Eloy mantém o Sepultura na ativa fazendo um som de altíssima qualidade. E o que pode ser conferido no álbum mais recente, Machine Messiah, a banda vive uma das melhores fases e ainda com muita lenha para queimar e muito que oferecer aos fãs. Por outro lado, Max e Iggor mergulham num abismo sem fim. Musicalmente já não produzem algo que surpreenda os fãs há um bom tempo e, agora, tendem a perder também o respeito dos fãs que ainda os admiram. Ou eles não pensam que ao atacar Paulo e Andreas, proibindo as músicas no documentário, eles desrespeitam e afetam diretamente os seguidores da banda?
 
Ao jornal Folha de S. Paulo, o diretor do filme, Otávio Juliano, lamentou o veto dos irmãos Cavalera. “Não é nem a utilização de material antigo sendo usado no filme, é a banda atual tocando essas músicas. Mesmo assim, nós não estamos podendo utilizar da maneira que gostaríamos esse material. Mesmo com a banda atual, são pequenos trechos no filme realmente”. No domingo (21/05), o filme estreou em Los Angeles sob protesto: como não podia utilizar as músicas, ainda que gravadas pela formação atual da banda, o diretor deixou o filme mudo nos momentos em que as composições apareciam. "Foi a forma de a gente protestar", diz Juliano. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como Roots e Attitude.

Com ingressos já a venda para as principais salas de cinema do Brasil, Sepultura Endurance provavelmente terá alguns momentos mudos por aqui também.

As assessorias dos irmãos Cavalera e do Sepultura não quiseram comentar o assunto.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Morre Chris Cornell, a voz mais virtuosa do grunge

Morreu na noite desta quarta-feira (17) em Detroit, nos Estados Unidos, o cantor Chris Cornell. Dono de uma das vozes mais expressivas do movimento grunge, Cornell tinha 52 anos e foi vocalista do Soundgarden, Audioslave e Temple of the Dog. A causa da morte ainda não foi revelada, porém a polícia americana já trabalha com a hipótese de suicídio.

Segundo a rede norte-americana CNN, o representante do cantor, Brian Bumbery, disse que a morte de Cornell foi “súbita e inesperada”. O último show do cantor foi na quarta-feira à noite no Fox Theatre, em Detroit, e participaria hoje do festival “Rock the Range”, em Columbus.

Chris Cornell nasceu na cidade de Seattle em 1964. Formou o Soundgarden em 1984, junto do guitarrista Kim Thyail e do baixista Hiro Yamamoto. A banda se tornou expoente do movimento grunge durante os anos 90, ao lado de bandas como Nirvana e Alice in Chains. Paralelo ao trabalho com o Soundgarden, em 1990, Chris Cornell, criou o Temple of the Dog, como um tributo a Andrew Wood, vocalista do Malfunkshun e do Mother Love Bone. A formação contava com os futuros membros do Pearl Jam, Stone Gossard na guitarra rítmica, Jeff Ament no baixo (ambos ex-membros do Mother Love Bone), Mike McCready na guitarra solo, Matt Cameron na bateria e Eddie Vedder.

Cornell também foi um dos fundadores do Audioslave, com outros três integrantes do Rage Against The Machine: Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk. Em 2010, após ter passado um período em carreira solo, voltou a cantar com o Soundgarden.

Cornell esteve no Brasil em dezembro do ano passado para shows no Rio de Janeiro, em São Paulo e Curitiba.


terça-feira, 16 de maio de 2017

Diablo Motor se apresenta na segunda edição do BDG Sessions/PE

No próximo dia 26 de maio acontece a segunda edição do BDG Sessions, em Recife, com o quarteto Diablo Motor, no espaço Preto no Branco.

O BDG Sessions, evento que nasceu a partir da plataforma BDG - Descubra sua Música - surgiu com a ideia de aproximar público e artistas. Uma forma de tirar as bandas do virtual e aproxima-las do público, com pockets shows. Com o sucesso alcançado da primeira edição, o segundo BDG Sessions em Recife traz ao público uma outra vertente da música pernambucana – Diablo Motor - quarteto com formação clássica de rock 'n' roll: vocal, guitarra, baixo e bateria. A sonoridade das suas músicas remete aos anos 70, porém com histórias cantadas em português e uma e boa dose de modernidade.

Os pernambucanos já rodaram o Brasil com o álbum de estreia, o homônimo “Diablo Motor”, lançado em 2012, e agora trabalham na pré-produção do segundo álbum e uma temporada por terras paulistas, no segundo semestre. Antes, o som do quarteto poderá ser conferido no Espaço Preto no Branco. No som, antes e após a festa, MV Milk, aperta o play com velhos hits e boas surpresas.

Serviço: BDG Sessions/Recife #2 – Diablo Motor
26 de Maio de 2017 a partir 20h
Espaço Preto no Branco (Rua Vigário Tenório, 199 - Recife Antigo)
R$ 10.
Mais informações:
Redes sociais:
BDG: http://bdg.uol.com.br/account/userprofile?Id=44013
Facebook - https://www.facebook.com/RockDiabloMotor/
Site oficial: http://rockdiablomotor.com/

quinta-feira, 11 de maio de 2017

11 de maio, Dia Nacional do Reggae

A data é uma homenagem ao cantor e compositor Bob Marley, que morreu no dia 11 de maio de 1981, aos 36 anos, em um hospital em Miami, nos Estados Unidos.

Marley é considerado um dos maiores representante do estilo musical que surgiu na Jamaica, no fim da década de 1960, com a proposta de, por meio da música, falar de temas como preconceito e desigualdade. Um estilo desenvolvido a partir de dois outros: o ska e o rocksteady.

Uma mistura de gêneros, uma combinação harmoniosa e expressiva de sons e ritmos, que na década de 1970 ganhou as asas luminosas da arte, despontando para o mundo. Mas, se Bob Marley é considerado expoente do estilo no mundo, alertam alguns pesquisadores, não pode ser considerado o único.

Aqui no Brasil, foi no estado do Maranhão, região norte do país, que o ritmo ecoou com mais força em nosso país. Músicos foram influenciados pelo novo estilo, por um de seus aspectos mais característicos: a arte de expressar a cultura e a força de um povo, por meio de sua musicalidade.

Mas que tipo de música é essa, com batidas ritmadas, firmes e suaves ao mesmo tempo? Capaz de alegrar o corpo e o pensamento? Muitos fizeram esta pergunta?

O dicionário afirma que a palavra grega mousikós -- "musical", significa o vínculo do espírito humano com qualquer forma de inspiração artística. O reggae é uma dessas formas, é um ritmo e um conceito que falam ao corpo e ao coração.

História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados a cada dia do ano. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Midnight Oil, o show que o Rio espera há duas décadas

Por Rafael Cavalcanti/ especial para o Vitrolanews

Faz muitos anos que a surf music, estilo musical que embalou gerações, se perdeu. E se o mar não está para boas ondas, o jejum promete dar uma trégua. Depois de 15 anos sem subir aos palcos, o Midnight Oil abre a histórica turnê mundial, ‘The Great Circle 2017 World Tour’, começando pelo Brasil. Duas décadas sem pisar em terra brasilis, o grupo australiano, um dos mais conceituados do cenário surf music e conhecido também pelo seu ativismo, se apresenta este domingo (30) no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, onde a surf music fez história. O quinteto liderado pelo vocalista e ativista político Peter Garrett é completado por Jim Moginie (guitarra), Martin Rotsey (guitarra), Bones Hillman (baixo) e Rob Hirst (bateria).

O show, na véspera do Dia do Trabalhador, 1º de maio, promete entrar para a história da agenda carioca. Afinal, na cidade maravilhosa, a cultura praieira faz parte da vida do cidadão comum. Isso sem falar que faz duas décadas que não passam por aqui – a última apresentação foi no ‘Metropolitan’, na Barra da Tijuca, em 97, e deixou muitas saudades.

A volta do Midnight Oil à capital carioca representa muito mais para o público, o show é um colírio. Especialmente para uma juventude anos 80 e 90 que frequentava as areias de Ipanema com seu cabelo cuia, franjas e que curtia o dial da Maldita FM (Fluminense 94,9). A mesma que assistia no final de tarde os programas Realce e Vibração, exibidos pela Rede Record, embalados pelas trilhas sonoras de ‘Popstar’ (João Penca) e dos australianos Australian Crawl, Men at Work e, claro, Midnight Oil, só para citar alguns.

Mesma geração, porém, que ficou refém de uma indústria fonográfica pobre de talentos, pelo menos neste segmento. Jack Johnson e Ben Harper são os últimos a erguer a bandeira.

Se os tempos são outros, não parece que ele passou tão rapidamente para o Midnight Oil, que há 15 anos não se reunia nos palcos. Com uma banda de primeiríssima qualidade, os australianos mostram fôlego de sobra para embalar essa galera da praia, que vai poder reviver e curtir o som que embalou uma geração inteira.

Música raiz para nutella nenhum botar defeito, e sair dançando por aí ao som de ‘Blue Sky Mine’, ‘Forgotten Years’, ‘Kinf of the Mountain’ e ‘Beds are Burning’, entre outras. Esses australianos tiram onda!

Em tempo: após as apresentações no Brasil, a banda australiana passará por 14 países com a turnê ‘The Great Circle 2017 World Tour’.




quinta-feira, 27 de abril de 2017

Suicidal Tendencies inicia hoje turnê pelo Brasil

O Suicidal Tendencies inicia nesta quinta-feira (27/04), no Rio de Janeiro, a série de três shows pelo Brasil. A apresentação no Metropolitan marca a turnê de divulgação de novo disco World Gone Mad. No setlist também estão alguns clássicos do grupo como como “War Inside My Head”, “Subliminal”, “How I Will Laugh Tomorrow”, “You Can’t Bring Me Down” e “Institutionalized”.

A atual formação do grupo conta com Mike "Cyco Miko" Muir (vocal), Dean Pleasants (guitarra), Jeff Pogan (guitarra), Ra Díaz (baixo) e um convido de peso, Dave Lombardo (bateria - ex-Slayer) que retornam ao Brasil para mostrar seu novo álbum. Os ingressos para os shows em São Paulo (aqui) e no Rio (aqui) custam a partir de R$90,00.

Veja as outras datas e locais abaixo.

A “WORLD GONE MAD SOUTH AMERICAN TOUR APRIL 2017”
27/04 - Imperator - Rio de Janeiro, Brasil
28/04 - Abril Pro Rock – Recife, Brasil
29/04 - Tropical Butantã - São Paulo, Brasil

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Os Vasconcelos em Fuga lançam novo clipe

O power trio baiano Os Vasconcelos Em Fuga acaba de lançar mais um clipe do seu primeiro EP. O vídeo da música Tempestade foi totalmente produzido em estúdio, no formato webclipe, produzido, e editado pelo vocalista e guitarrista Cristian Levy.

Criado em março de 2015, o trio baiano tem, além de Cristian, Porquinho, baixo, e Mathias, na bateria. Os músicos, já experientes e conhecidos nas noites da Bahia, por outros grupos, comungam do mesmo objetivo: unir música e diversão.

As influências vão do reggae ao ska, passando pelo rock, pop e punk-rock. A música a Tempestade traz um pouco da saga dos integrantes para movimentar a cena alternativa na capital baiana e a persistência e o sonho de viver da própria música.

Confira abaixo.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

StomSons lança novo clipe com cover do Depeche Mode

Divulgação
O quinteto paulistano StormSons lançou nesta quarta-feira o clipe da música It's No Good, cover do Depeche Mode. Produzido por Guilherme Fernandez, o video mostra uma versão pesada, bem diferente da gravação original do grupo inglês.

O StormSons é uma banda de Stoner Metal / Southern Rock de Sao Paulo. Foi formada em 2015 e é composta por Cadu Pelegrini (Kiara Rocks/Corazones Muertos) nos vocais, Bruno Luiz (Command 6/Supla) na guitarra, Henrique Baboom (Supla) no baixo, Mateus Schanoski (Tomada/Golpe de Estado) nos teclados e Rodrigo Abelha (Anjo dos Becos) na bateria. Entre as influcências do grupo estão Black Sabbath, Pantera, Metallica, HIM e, claro, Depeche Mode.

Confira abaixo o clipe de It´s No Good, na versão do StormSons e logo abaixo a versão original.

Para ouvir outras músicas e conhecer melhor a banda paulista acesse o BDG UOL.



Hip-Hop movimenta a véspera do feriado na Fundição Progresso


No próximo dia 20 de abril, quinta-feira, véspera de feriado, a Fundição Progresso vai se tornar um caldeirão do rap nacional. O Encontro das Tribos - Edição Hip-Hop vai levar ao palco da casa quatro grandes expoentes do gênero: Costa Gold, Cacife Clandestino, Oriente e 3030.

Diretamente de São Paulo, o Costa Gold foi criado em 2011 e é o grupo de rap nacional com maior visibilidade no Youtube, tendo mais de 1.3 milhões de inscritos no seu canal e mais de 361 milhões de views em seus clipes. Formado por Predella, Nog e DJ Cidy, o grupo acaba de lançar o clipe “Sexy Lady”, com produção de Pedro Lotto, e desembarca no Rio de Janeiro prometendo contagiar o público carioca com suas rimas e batidas alucinantes.

Criado em 2010, o Cacife Clandestino conquistou cenário nacional em 2012 com o Hit "Beija Flor", que até hoje é cantado nas melhores noitadas de RAP. De lá pra cá, o grupo, formado pelo rapper Felp22 e pelo produtor Terror dos Beats, vêm se firmando cada vez mais com um dos expoentes do rap carioca. O Cacife Clandestino prepara o lançamento da Mixtape “Medellin Records - Marginal”, com 15 faixas, sendo 12 delas inéditas, e trará alguns de seus maiores sucessos para o palco da Fundição.

O Oriente foi formado em 2009, em Niterói, e ganhou notoriedade após o lançamento de seu primeiro álbum, em 2011, com o hit “O Vagabundo e a Dama” - que já acumula mais de 57 milhões de visualizações no Youtube. Formado por Chino, Nissin, Geninho e Bruno Silva, o grupo se prepara para o lançamento do álbum “Yin Yang” e começa aos poucos a divulgar trabalhos que estarão no álbum, como o clipe “Linda, Louca e Mimada”, lançado em março deste ano.

O 3030 seguiu um caminho parecido. Sua história começou em 2009, no concurso Rap Popular Brasileiro, mas foi apenas em 2011, com o EP “De volta ao início” e a canção “Mundo de Ilusões”, que o grupo formado por Bruno Chelles, Lk e Rod caiu no gosto do público. Os membros do grupo nasceram no Rio de Janeiro mas foram criados em Arraial D'Ajuda (BA), terra onde a banda foi formada. Utilizam elementos de música brasileira e seu canal oficial no Youtube já ultrapassou os 100 milhões de views.


Evento: Encontro das Tribos - Edição Hip Hop


Atrações: Costa Gold, Cacife Clandestino, Oriente e 3030

Data: 20 de abril, quinta-feira

Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 – Lapa - Rio de Janeiro)

Informações e venda de ingressos: www.fundicaoprogresso.com.br

Abertura da casa: 22hrs

Início do show: 00h

Capacidade: 5.000 pessoas

Tel para informações: (21)3212-0800

E-mail: contato@fundicaoprogresso.com.br

Classificação etária: 16 anos


terça-feira, 18 de abril de 2017

Carro do acervo pessoal de Renato Russo é mantido a céu aberto


Carro que pertenceu ao Renato Russo


Quem vai à frente do prédio em que Renato Russo viveu seus últimos anos, no Rio de Janeiro, é surpreendido com uma peça importante do acervo pessoal do cantor. Estacionado em frente ao número 378 da rua Nascimento Silva, em Ipanema, a céu aberto, está o veículo GM Ômega/GLS, verde, placa LBG 3332, que pertencia ao líder da Legião Urbana. É estranho ver o carro que pertencia ao cantor ali, sem qualquer cuidado especial, exposto às condições do tempo. É como se uma parte da própria história do Renato Russo também estivesse ali, à mercê do sol e da chuva. Com um projeto de exposição do artista previsto para ser lançado esse ano, em São Paulo, o carro do artista poderia ser uma peça importante. Todo fã gostaria de ver o carro que foi do cantor.

Foi na pacata rua da Zona Sul carioca que Renato Russo viveu seus últimos anos de vida, até o falecimento, em 11 de outubro de 1996. O local é ponto de encontro de fãs, que vão ali para viver por alguns momentos um pouco da mesma atmosfera do cantor e fazer uma foto em frente à porta estreita do prédio de três andares com fachada de tijolo aparente. A entrada ficou conhecida ao ser estampada na capa do álbum The Stonewall Celebration Concert, de 1994, primeiro disco solo do cantor.

Entrada do apartamento que ficou conhecida na capa do primeiro disco solo do cantor



Renato Russo chegou ao apartamento 201, do pequeno prédio de três andares, em 1990. No período que ali morou saíram três discos da Legião Urbana gravados em estúdio: V (1991); Descobrimento do Brasil (1993) e A Tempestade (1996), além de dois álbuns solos The Stonewall Celebration Concert (1994) e Equilíbrio Distante (1995).

Museu do Renato Russo

Em 2016, um projeto de exposição sobre Renato Russo no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) foi aprovado pelo Ministério da Cultura (MinC) para captar até R$ 3 milhões pela Lei Rouanet. Uma comissão de análise, que se reuniu em Brasília de 4 a 6 de outubro, reduziu o valor aprovado em relação ao pedido inicial do MIS, que era de R$ 3,8 milhões. No projeto, o MIS diz que a exposição ocorrerá de julho a setembro de 2017. O ingresso para a exposição é de R$ 12, com entrada gratuita às terças-feiras, conforme descrição ao MinC.



A Legião Urbana Produções, responsável por administrar a marca, as obras e o acervo do cantor, foi procurada para comentar, mas até o momento não se manifestou.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

BDG Sessions Recife aporta com a missão de dar vazão à música independente


Parceiro da UOL, o BDG é uma das maiores plataformas de música do país. Primeira edição na capital pernambucana está marcada para o dia 22 de abril, com a banda Trattores

Por Bruno Collaço

Que Recife é uma cidade conhecida por sua efervescência cultural e por ser um caldeirão de bandas independentes de alta qualidade técnica, não é nenhuma novidade. Mesmo assim, é consenso entre os músicos da capital pernambucana que faltam iniciativas na região que possam dar espaço para a apresentação destes trabalhos. É de olho neste fato e com a proposta de dar vazão à produção independente local que o projeto BDG Sessions aporta na manguetown.

A primeira edição do evento está marcada para o próximo dia 22 de abril, a partir das 21h, no Espaço Preto no Branco (localizado na Rua Vigário Tenório, 199, Bairro do Recife), com a apresentação da banda Trattores e discotecagem do DJ MV Milk. A entrada custa R$ 15 e está à venda na internet. Os ingressos são limitados, porque a proposta é tornar o ambiente um espaço intimista.

Parceiro do UOL há mais de 10 anos, o BDG (sigla pra Bandas de Garagem) é uma das maiores plataformas de música independente do país. Neste espaço os grupos podem compartilhar suas músicas, releases, outros materiais, e compartilham espaço com outros trabalhos do Brasil inteiro. Apenas do Recife, existem 1074 bandas cadastradas.

Até o momento, apenas em São Paulo acontecem eventos realizados pelo BDG Sessions com o objetivo de dar espaço a estes grupos independentes. E foi somando o know-how recifense com a música e a vontade de produzir algo na manguetown que alguns produtores tiveram a ideia de trazer este case de sucesso para a capital pernambucana. “Na verdade, foi algo meio que natural. Eu já escrevia há alguns anos no BDG e quando me mudei para o Recife no começo deste ano, o BDG Sessions (ideia de bandas tocando ao vivo) caiu no meu colo. Junto a uma galera responsa daqui, adotamos o filhote e alimentando quase diariamente ele acabou saindo do papel”, afirma Marcus Vinicius Leite, jornalista responsável pela nova filial no Recife.

A banda que vai dar o pontapé desta empreitada nordestina é a Trattores, sexteto pernambucano com sangue latino correndo nas veias e que faz sua estreia já com uma penca de coisa pra mostrar nos registros virtuais: um compacto com duas músicas, clipe e uma interatividade com as mais diversas influências – Ragga, Ska, Cumbia juntamente com pitadas de elementos eletrônicos.

Gustavo Kamara que divide o vocal com Carlos Eduardo Petruchio e a argentina Chula Blasco, ressalta: "Pra gente é uma alegria. Somos instigados pela busca por novas experiências e o BDG parece ter isto como princípio, um lugar de busca pelo novo. É uma parceria que me parece bonita desde já e que vai trazer muitas coisas boas para a cidade", conclui.

O local escolhido para a estreia da empreitada no Recife foi o Espaço Preto no Branco, localizado há poucos metros do Marco Zero, ponto turístico e pontapé inicial da história da manguetown. Para Marcus Iglesias, um dos produtores do BDG Sessions Recife, “a ideia de fazer no Preto no Branco tem tudo a ver com a energia que o lugar tem. Das janelas lá de cima a gente consegue visualizar o bairro inteiro e essa é uma sensação de pertencimento da cidade muito legal de sentir”, explica. Já Kássio Almeida, diretor artístico, acredita que “levar o Sessions para o Recife Antigo, além da questão simbólica, é interessante porque estamos fazendo com que a musica de Pernambuco circule da maneira que ela merece”.

A próxima edição do BDG Sessions Recife já tem data marcada, também no Espaço Preto no Branco. Será no dia 19 de maio, com a banda Dirimbó, que vai lançar na ocasião o single ‘Deixar Tu Loks’ (presente no novo EP da banda).

Serviço
BDG Sessions - Recife/PE #1 edição

Banda Trattores e discotecagem de MV Milk
Espaço Preto no Branco – (Rua Vigário Tenório, 199 - Recife Antigo).
22 de abril (sábado) | 18h
R$ 15 (no local) ou online no Sympla


quarta-feira, 12 de abril de 2017

All Meg´s Milk lança primeiro EP

O duo curitibano All Meg's Milk acaba de lançar o primeiro EP. Batizado de "Como Você Vai?", o disco traz 9 faixas, que resultam no total de 25 minutos.

O All Meg´s Milk é formado por Jean Bartos (Baixo e Backing Vocal) e Renan Aham (Guitarra e Voz) e tem entre suas influencias Mukeka di Rato, Dead Kennedys, Ramones, Stiff Little Fingers, Queens of The Stone Age, Rage Against the Machine, Titãs, Trombone de Frutas, Cólera, Jesus and Mary Chain, Pink Floyd.

O EP pode ser conferido na íntegra abaixo, direto pelo player do BDG UOL. A produção foi 100% caseira e independente, feita pelo próprio Renan Aham (Mixagens, samples, gaita e capa).


terça-feira, 11 de abril de 2017

U2 fará dois shows em São Paulo em outubro

O site Globo Esporte anunciou nesta segunda-feira (10) que o U2 fará dois shows em São Paulo, no estádio do Morumbi, nos dias 19 e 22 de Outubro. Atualmente a banda irlandesa excursiona pelo Estados Unidos, em turnê comemorativa de 30 anos do álbum The Joshua Tree.

A banda retorna ao Brasil seis anos após seu último show, que aconteceu em 2011. Rumores sobre a apresentação da banda circulam há algum tempo e detalhes sobre os ingressos devem ser anunciados em breve.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

23 anos sem Kurt Cobain


Há exatos 23 anos morreu Kurt Cobain. Encontrado morto em sua casa, em Seattle (EUA), o líder e vocalista do Nirvana foi achado com uma espingarda ao lado do seu corpo, com um ferimento visível na cabeça e uma nota de suicídio.

Aos 27 anos, Kurt saiu de cena, deixando um legado enorme para a música mundial. Cobain foi, sem dúvida, o maior nome dos anos 90. Com o Nirvana produziu quatro grandes álbuns de inéditas: Bleach (1989), Nevermind (1991), Incesticide (1992) e In Utero (1993).

Em 2015 foi lançado o documentário "Cobain: Montage of Heck" que conta a história do cantor e mostra um pouco da sua genialidade. Fato é que sua obra segue viva e será sempre lembrada.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Cérebro de Galinha: Hardcore de responsa, sem firula e cheio de vontade


Sabe aquela máxima punk do “faça você mesmo”? O quarteto paraense Cérebros de Galinha leva isso muito a sério e prova que o underground segue mais vivo do que nunca. Se você ainda não ouviu falar desses caras, é hora de atualizar com urgência o seu feed no Facebook. O grupo viralizou esta semana com um vídeo muito autêntico de um ensaio. Com pouco recurso e muita personalidade, os caras mostram um crossover animal, em que ficam claras influências do Thrash ao Grindcore e bandas como Ratos de Porão, DFC, Mukeka di Rato, Brujeria, Sepultura, só para citar alguns.

O "Cérebros de Galinha" iniciou as atividades no meio de 2014, em Marabá no Pará, município com menos de 200 mil habitantes. “A ideia era formar uma banda nova em Marabá, a partir de uma cena que já tinha na cidade”, destaca o guitarrista Marcos Mort. Segundo ele, todos já se conheciam de outros projetos e sempre tocavam juntos no “Infernin”, espaço underground local.


A formação inicial tinha além de Mort na guitarra, Moska no baixo, Cego nos vocais e Dudu na bateria. Pouco tempo depois dos primeiros ensaios, a banda enfrentou algumas mudanças, com as saídas de Dudu e Moska. Foi então que Suco Gástrico assumiu as baquetas e Torrada o baixo. Com essa formação nova a banda vem trabalhando para gravar uma nova demo e prometem um som ainda mais rápido e pesado. O trabalho anterior, com dez músicas, pode ser conferido na íntegra, no Palco MP3 deles.

Fato é que a molecada conquistou uma legião de novos seguidores com o vídeo que viralizou na web, que pode ser conferido abaixo. Com muita atitude e vontade, Mort, Cego, Suco e Torrada fazem acontecer e mostram a força do underground nacional. Os caras dão uma verdadeira lição de hardcore, com muita agressividade e autenticidade. Tomara que a gente possa ver esses caras estourando as barreiras geográficas do Pará e tocando nos palcos perto da gente.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ConeCrew comanda a 6ª edição da Festa #RapRJ na Fundição Progresso

O maior festival do rap nacional está de volta à Lapa. Em sua sexta edição O #RapRJ invade a Fundição Progresso no próximo dia 19 de janeiro, quinta-feira, véspera de feriado.

O #RapRJ foi idealizado pela ConeCrew Diretoria em 2011, com o objetivo de abrir espaço para a nova geração do rap. Além de revelações do gênero, o festival já recebeu nomes consagrados, como Gabriel, o pensador, Black Alien, Marechal, Shawlin, Filipe Ret e outros.

Após lotar a Arena Vitória, no Espírito Santo, o festival chega à sua sexta edição trazendo grandes expoentes que despontam no cenário do rap nacional: Costa Gold, Cacife Clandestino, Nectar Gang, Luccas Carlos, Class A e Cortesia da Casa, contando ainda com as participações de Akira, BuddyPoke e Lola Salles. Esse time de peso promete transformar a Fundição Progresso em uma panela de pressão de rimas e poesia.

Os pioneiros de uma nova geração do rap, a ConeCrew Diretoria promete um show repleto de hits. Além dos recentes sucessos como "All in Gang" e "Rap, Cerve, Erva & Muita Laria", o repertório contará com sucessos como "Rainha da Pista", "Chama os Mulekes" e "Sem a Planta".

SERVIÇO
Evento: #RAPRJ VOL. 6
Cone Crew Diretoria, Costa Gold, Cacife Clandestino, Nectar Gang, Luccas Carlos, Class A e Cortesia da Casa, Akira, BuddyPoke e Lola Salles
Data: 19 de janeiro, quinta-feira (véspera de feriado)
Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 – Lapa - Rio de Janeiro)          
Informações e venda de ingressos : www.fundicaoprogresso.com.br

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Quer o Sepultura no Palco Mundo do Rock in Rio 2017? Assine




Em 1994, um abaixo assinado com 7 mil assinaturas fez com que o Sepultura, maior banda do heavy metal nacional, fosse incluída na programação do Festival Hollywood Rock. Agora, o Vitrolanews lança a campanha com a meta de coletar 30 mil assinaturas e estimular que a produção do Rock in Rio coloque o Sepultura como um dos headliners do Palco Mundo na edição 2017 do Festival. 

Será um presente para os fãs do metal brasileiro e mundial, que sempre fazem com que a noite do evento dedicada ao gênero seja pacífica, uma das mais cheias e, principalmente, um presente às três décadas da trajetória do grupo.

Apoia essa ideia? Assine clicando aqui.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Machine Messiah faixa a faixa

Na última quinta-feira, 13 de janeiro, o Sepultura lançou ‘Machine Messiah’, décimo quarto álbum de estúdio da banda. O disco tem como conceito a robotização da humanidade e faz uma crítica certeira a uma uma sociedade escravizada pela tecnologia. "Machine Messiah aborda a robotização da sociedade e não num termo meio syfy futurista. É o que a gente vê aqui hoje, com os smartphones, computadores, GPSs, Google Glasses...A galera vai no show e fica filmando em vez de curtir, famílias que vão para o restaurante e não se falam, mas está todo mundo com o celular na mão”, declarou o guitarrista Andreas Kisser.

O álbum é, sem dúvida alguma, o melhor da banda com o vocalista Derrick Green e já pode ser considerado um dos melhores da história do Sepultura. Apesar de boa parte dos fãs ainda chorarem a saída dos irmãos Cavalera e sonharem com uma turnê de reunião, ‘Machine Messiah’ não deixa qualquer dúvida que Andreas, Paulo, Derrick e Eloy andam com as próprias pernas e, no que depender deles, os fãs podem esperar ainda muito mais da banda.

Confira abaixo a avaliação do Vitrolanews faixa a faixa do “Machine Messiah”:

Machine MessiahQuando começou a rolar o disco, fiquei na dúvida se realmente era Sepultura. O vocal leve e a levada arrastada me fez correr alguns segundos mais para o fim da música. Mas o que parecia ser uma vinheta, na verdade é uma faixa daquelas que começa bem lenta e termina lá em cima, porrada. A música serve, ainda, para que os fãs entrem no clima do conceito do disco.

I Am The EnemyPrimeira música a ser apresentada ao público, I Am The Enemy é uma música sem firula. Rápida e agressiva mostra porque o Sepultura consagrou-se como um dos maiores nomes do thrash metal mundial. A música aborda importância das pessoas assumirem suas próprias responsabilidade, de não culpar as coisas de fora, ou não culpar outras pessoas, outras situações pelos próprios erros e enganos.

Phantom SelfA segunda música de trabalho do disco, e que ganhou clipe dirigido por Mauricio Eça, tem uma pegada regional no início, com influência direta do maracatu. Com uma bela combinação de riffs pesados e violinos, Phantom Self é pesada, agressiva e ao mesmo tempo harmônica.

AletheaA letra traz uma crítica às grandes corporações e ao desejo desenfreado pelo consumo de novas tecnologias e a música tem como abre um arranjo de bateria muito bem trabalhado, onde o jovem Eloy mostra porque é um dos bateristas mais habilidosos do Brasil.

Iceberg DancesSe uma banda se propõe a fazer uma música instrumental é preciso que essa seja muito bem tocada. E isso é o que acontece na instrumental “Iceberg Dances”. A faixa mostra a versatilidade e o excelente entrosamento de Paulo, Eloy e Andreas. Os músicos abusaram da criatividade ao unirem elementos da música nordestina com um belo violão clássico e um arranjo de órgão. Em outros trechos, temos um pouco de Rush.

Sworn OathA música tem tom épico, ao mesmo tempo obscuro e medieval. O vocal cantando perfeitamente encaixado entre os riffs ganha ainda mais força no refrão, onde Derrick mostra que o velho predador, como muitos fãs o chamaram logo que entrou para a banda, está cada vez melhor.

Resistant ParasiteDe bate e pronto o baixo de Paulo Jr é o destaque da música, com um efeito que deixa o timbre ainda mais pesado. No meio a música ganha uma linha melódica, com arranjos de cordas, e mais uma vez Derrick berrando desenfreadamente.

Silent ViolenceA música começa com uma sequência rítmica muito agressiva, com um bate estaca que chega a lembrar Arise e no meio tem uma grande surpresa com uma queda sombria, onde o vocal ganha efeitos.

Vandals NestA melhor do disco e para mim, a mais pesada. Vandals Nest parecer reunir o melhor de tudo que já foi produzido pelas bandas de thrash metal no mundo todo: riffs rápidos e agressivos, dois bumbos matadores, uma linha de baixo que não deixa a música perder o peso e o vocal que é a marca da banda.

Cyber GodA apresentação do ‘Deus Cibernetico’ do ‘Machine Messiah’ é concluída em Cyber God. A música começa rápida e vai entrando em uma cadência até o fade out que encerra o disco em meio ao solo de Andreas.

Festival Ilhéus do Avesso movimenta a cena metal no sul da Bahia


Acontece neste sábado (14) em Ilhéus, na Bahia, a segunda edição do Ilhéus do Avesso. O Festival promove uma noite dedicada ao metal, do Thrash ao Death Metal, passando pelo GrindCore e Hardcore, com shows das bandas Jacau (Itabuna), Kerberus (Ilhéus), Mortifera (Ilhéus), Second Face (Itabuna) e Suffocation Of Soul (Poções). O evento começa às 17h, no Espaço Samarica, no Bairro do Pontal.

Quem ainda insiste acreditar que a cena musical baiana é feita só por ritmos regionais, como o Axé, Forró e o Arrocha, está mais que na hora de rever suas ideias e opiniões. Contrariando (pré)conceitos, existe em diferentes cidades da Bahia uma cena forte que está longe dos holofotes, mas se mantém firme graças ao empenho de iniciativas coletivas que reúnem músicos, bandas e fãs do som. Assim como em Ilhéus, outras cidades como Poções, que sedia o já conhecido festival Ruídos do Sertão, possuem uma cena metal muito forte e atuante, que merece ser conferida de perto.

Confira abaixo Mortifera e Suffocation of Souls, duas bandas que se apresentam hoje:




Serviço: Ilhéus do Avesso 2
Local: Espaço Samarica (Ilhéus) - Antigo Chinaê - Pontal
Data: 14 de janeiro de 2017
Horário: 17h

Shows:
Jacau (Itabuna)
Kerberus (Ilhéus)
Mortifera (Ilhéus)
Second Face (Itabuna)
Suffocation Of Soul (Poções)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Natiruts retorna ao Rio de Janeiro para lançar novo DVD

O Natiruts está de volta ao Rio de Janeiro. O grupo do cerrado, que já é local no litoral carioca, faz dois shows seguidos, nos dias 13 e 14 de janeiro (sexta-feira e sábado), próximo fim de semana, na Fundição Progresso, na Lapa. Alexandre Carlo, Luís Maurício, Kiko Peres e cia seguem em turnê de lançamento do DVD Natiruts Reggae Brasil, com um repertório recheado de hits nacionais e um novo elemento: a arte urbana que compõe o cenário do espetáculo.

O show da turnê Natiruts Reggae Brasil conta a história do reggae nacional. O setlist é bastante fiel ao do show original, gravado em Salvador, e que contou com a participação de grandes nomes do reggae e da música pop feita no país, como: Gilberto Gil, Edson Gomes, Ivete Sangalo, Toni Garrido (Cidade Negra), Saulo Fernandes, Armandinho, Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio), Tati Portella e Sander Fróis (Chimarruts), Marceleza (Maskavo) e outros.

No repertório alguns clássicos como Nayambing Blues (Sine Calmon), Me Namora (Edu Ribeiro), Vamos Fugir (Gilberto Gil), Perdido de Amor (Edson Gomes), Desenho de Deus (Armandinho), Com Certeza (Planta & Raiz) e muitos outros hits.

No primeiro dia, parte da renda da bilheteria será destinada ao Instituto Reação, uma ONG criada por Flávio Canto, que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.

A abertura será feita pelo Braza. O grupo carioca, formado por Cutrim, Christ e Isensee, mantem a química do seu passado – grupo ForFun – e avança no seu homônimo álbum de estreia. Os riffs de rock se combinam com elementos do reggae, soul e hip-hop, gerando a forte ligação que define o trio.


SERVIÇO - Natiruts Reggae Brasil 

Data: 13 e 14 de janeiro, sexta-feira e sábado.

Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 – Lapa - Rio de Janeiro)

Informações e venda de ingressos: www.fundicaoprogresso.com.br

Abertura da casa: 22hrs

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Machine Messiah, novo álbum do Sepultura chega às lojas

Começa a ser vendido nesta quinta-feira, 13 de janeiro, em CD, Vinil e plataformas digitais, o novo álbum do Sepultura, 'Machine Messiah'. Gravado no Fascination Street Studios em Orebro, na Suécia, o disco, com 10 músicas inéditas, é lançado pela Nuclear Blast. O álbum contou com a produção da banda e de Jens Bogren (Soilwork, entre outros), já a capa de “Machine Messiah” ficou por conta da artista filipina Camille Dela Rosa.

Como Andreas Kisser antecipou em entrevista ao VitrolaNews 'Machine Messiah' aborda a robotização da sociedade. "É o que a gente vê aqui hoje, com os smartphones, computadores, GPSs, Google Glasses...A galera vai no show e fica filmando em vez de curtir, famílias que vão para o restaurante e não se falam, mas está todo mundo com o celular na mão", destacou.

Este é o primeiro trabalho do quarteto desde “The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart”, lançado em 2013.

Para adquirir Machine Messiah:

CD and Vinyl: http://nuclearblast.com/sepultura-machinemessiah
Digital album: http://nblast.de/DownloadMachineMessiah


Track List:

01. Machine Messiah
02. I Am The Enemy
03. Phantom Self
04. Alethea
05. Iceberg Dances
06. Sworn Oath
07. Resistant Parasites
08. Silent Violence
09. Vandals Nest
10. Cyber God

Ingressos para o Rock in Rio 2017 começam a ser vendidos em abril


As vendas dos ingressos do Rock in Rio 2017 começam no dia 6 de abril pela internet. Os valores ainda não foram divulgados. Segundo a organização do festival, todas as atrações do evento já terão sido anunciadas.

Na próxima edição, o Rock in Rio será realizado em uma nova cidade do rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. O festival acontece nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Até o momento, foram asseguradas as apresentações de Aerosmith, Red Hot Chili Peppers, Maroon 5, Bon Jovi e Billy Idol.

Em novembro, as 120 mil entradas do Rock in Rio Card, que funciona como ingresso antecipado, esgotaram em menos de duas horas. Quem comprou o ingresso deve escolher a data do evento em que irá usá-lo até fevereiro, quando será divulgada a lista completa dos shows.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

The Joshua Tree será toca pela primeira vez na íntegra, em 30 anos


Para comemorar os 30 anos do emblemático álbum The Joshua Tree, o U2 anunciou uma turnê comemorativa pela Europa e América do Norte, entre e maio e agosto deste ano.

O disco será tocado na íntegra em todos os shows. Lançado em 1986, o álbum está entre os mais importantes da carreira do grupo e inclui hits os "Where The Streets Have No Name", "With or Without You", "I Still Haven’t Found What I’m Looking For", "Exit" e "Bullet The Blue Sky". Em nota oficial, o vocalista Bono Vox disse que é a primeira vez que o álbum será tocado por inteiro em 30 anos.

Em entrevista à "Rolling Stone", o guitarrista The Edge sugeriu o que os fãs poderão esperar dessa turnê. "Eu não acho que nós vamos reinventar a roda, mas vamos definitivamente levar essas idéias estéticas e atualizá-las um pouco. Será um "The Joshua Tree" versão 2017. Não a versão de 1986", declarou.
É sonhar demais, querer que essa tour venha ao Brasil?

Confira abaixo um dos clássicos de The Joshua Tree.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Feliz aniversário, Mestre Page!

O guitarrista Jimmy Page comemora 73 anos nesta segunda-feira, 9. Conhecido pelo trabalho ao lado do Led Zeppelin, o britânico foi, durante os anos 1960, um dos músicos de estúdio mais requisitados no Reino Unido. Além disso, Page ainda tocou com o Yardbirds, entre 1966 e 1968, antes de fundar o Led junto de Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham.

Vida longa!!!!!