quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ConeCrew comanda a 6ª edição da Festa #RapRJ na Fundição Progresso

O maior festival do rap nacional está de volta à Lapa. Em sua sexta edição O #RapRJ invade a Fundição Progresso no próximo dia 19 de janeiro, quinta-feira, véspera de feriado.

O #RapRJ foi idealizado pela ConeCrew Diretoria em 2011, com o objetivo de abrir espaço para a nova geração do rap. Além de revelações do gênero, o festival já recebeu nomes consagrados, como Gabriel, o pensador, Black Alien, Marechal, Shawlin, Filipe Ret e outros.

Após lotar a Arena Vitória, no Espírito Santo, o festival chega à sua sexta edição trazendo grandes expoentes que despontam no cenário do rap nacional: Costa Gold, Cacife Clandestino, Nectar Gang, Luccas Carlos, Class A e Cortesia da Casa, contando ainda com as participações de Akira, BuddyPoke e Lola Salles. Esse time de peso promete transformar a Fundição Progresso em uma panela de pressão de rimas e poesia.

Os pioneiros de uma nova geração do rap, a ConeCrew Diretoria promete um show repleto de hits. Além dos recentes sucessos como "All in Gang" e "Rap, Cerve, Erva & Muita Laria", o repertório contará com sucessos como "Rainha da Pista", "Chama os Mulekes" e "Sem a Planta".

SERVIÇO
Evento: #RAPRJ VOL. 6
Cone Crew Diretoria, Costa Gold, Cacife Clandestino, Nectar Gang, Luccas Carlos, Class A e Cortesia da Casa, Akira, BuddyPoke e Lola Salles
Data: 19 de janeiro, quinta-feira (véspera de feriado)
Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 – Lapa - Rio de Janeiro)          
Informações e venda de ingressos : www.fundicaoprogresso.com.br

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Quer o Sepultura no Palco Mundo do Rock in Rio 2017? Assine




Em 1994, um abaixo assinado com 7 mil assinaturas fez com que o Sepultura, maior banda do heavy metal nacional, fosse incluída na programação do Festival Hollywood Rock. Agora, o Vitrolanews lança a campanha com a meta de coletar 30 mil assinaturas e estimular que a produção do Rock in Rio coloque o Sepultura como um dos headliners do Palco Mundo na edição 2017 do Festival. 

Será um presente para os fãs do metal brasileiro e mundial, que sempre fazem com que a noite do evento dedicada ao gênero seja pacífica, uma das mais cheias e, principalmente, um presente às três décadas da trajetória do grupo.

Apoia essa ideia? Assine clicando aqui.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Machine Messiah faixa a faixa

Na última quinta-feira, 13 de janeiro, o Sepultura lançou ‘Machine Messiah’, décimo quarto álbum de estúdio da banda. O disco tem como conceito a robotização da humanidade e faz uma crítica certeira a uma uma sociedade escravizada pela tecnologia. "Machine Messiah aborda a robotização da sociedade e não num termo meio syfy futurista. É o que a gente vê aqui hoje, com os smartphones, computadores, GPSs, Google Glasses...A galera vai no show e fica filmando em vez de curtir, famílias que vão para o restaurante e não se falam, mas está todo mundo com o celular na mão”, declarou o guitarrista Andreas Kisser.

O álbum é, sem dúvida alguma, o melhor da banda com o vocalista Derrick Green e já pode ser considerado um dos melhores da história do Sepultura. Apesar de boa parte dos fãs ainda chorarem a saída dos irmãos Cavalera e sonharem com uma turnê de reunião, ‘Machine Messiah’ não deixa qualquer dúvida que Andreas, Paulo, Derrick e Eloy andam com as próprias pernas e, no que depender deles, os fãs podem esperar ainda muito mais da banda.

Confira abaixo a avaliação do Vitrolanews faixa a faixa do “Machine Messiah”:

Machine MessiahQuando começou a rolar o disco, fiquei na dúvida se realmente era Sepultura. O vocal leve e a levada arrastada me fez correr alguns segundos mais para o fim da música. Mas o que parecia ser uma vinheta, na verdade é uma faixa daquelas que começa bem lenta e termina lá em cima, porrada. A música serve, ainda, para que os fãs entrem no clima do conceito do disco.

I Am The EnemyPrimeira música a ser apresentada ao público, I Am The Enemy é uma música sem firula. Rápida e agressiva mostra porque o Sepultura consagrou-se como um dos maiores nomes do thrash metal mundial. A música aborda importância das pessoas assumirem suas próprias responsabilidade, de não culpar as coisas de fora, ou não culpar outras pessoas, outras situações pelos próprios erros e enganos.

Phantom SelfA segunda música de trabalho do disco, e que ganhou clipe dirigido por Mauricio Eça, tem uma pegada regional no início, com influência direta do maracatu. Com uma bela combinação de riffs pesados e violinos, Phantom Self é pesada, agressiva e ao mesmo tempo harmônica.

AletheaA letra traz uma crítica às grandes corporações e ao desejo desenfreado pelo consumo de novas tecnologias e a música tem como abre um arranjo de bateria muito bem trabalhado, onde o jovem Eloy mostra porque é um dos bateristas mais habilidosos do Brasil.

Iceberg DancesSe uma banda se propõe a fazer uma música instrumental é preciso que essa seja muito bem tocada. E isso é o que acontece na instrumental “Iceberg Dances”. A faixa mostra a versatilidade e o excelente entrosamento de Paulo, Eloy e Andreas. Os músicos abusaram da criatividade ao unirem elementos da música nordestina com um belo violão clássico e um arranjo de órgão. Em outros trechos, temos um pouco de Rush.

Sworn OathA música tem tom épico, ao mesmo tempo obscuro e medieval. O vocal cantando perfeitamente encaixado entre os riffs ganha ainda mais força no refrão, onde Derrick mostra que o velho predador, como muitos fãs o chamaram logo que entrou para a banda, está cada vez melhor.

Resistant ParasiteDe bate e pronto o baixo de Paulo Jr é o destaque da música, com um efeito que deixa o timbre ainda mais pesado. No meio a música ganha uma linha melódica, com arranjos de cordas, e mais uma vez Derrick berrando desenfreadamente.

Silent ViolenceA música começa com uma sequência rítmica muito agressiva, com um bate estaca que chega a lembrar Arise e no meio tem uma grande surpresa com uma queda sombria, onde o vocal ganha efeitos.

Vandals NestA melhor do disco e para mim, a mais pesada. Vandals Nest parecer reunir o melhor de tudo que já foi produzido pelas bandas de thrash metal no mundo todo: riffs rápidos e agressivos, dois bumbos matadores, uma linha de baixo que não deixa a música perder o peso e o vocal que é a marca da banda.

Cyber GodA apresentação do ‘Deus Cibernetico’ do ‘Machine Messiah’ é concluída em Cyber God. A música começa rápida e vai entrando em uma cadência até o fade out que encerra o disco em meio ao solo de Andreas.

Festival Ilhéus do Avesso movimenta a cena metal no sul da Bahia


Acontece neste sábado (14) em Ilhéus, na Bahia, a segunda edição do Ilhéus do Avesso. O Festival promove uma noite dedicada ao metal, do Thrash ao Death Metal, passando pelo GrindCore e Hardcore, com shows das bandas Jacau (Itabuna), Kerberus (Ilhéus), Mortifera (Ilhéus), Second Face (Itabuna) e Suffocation Of Soul (Poções). O evento começa às 17h, no Espaço Samarica, no Bairro do Pontal.

Quem ainda insiste acreditar que a cena musical baiana é feita só por ritmos regionais, como o Axé, Forró e o Arrocha, está mais que na hora de rever suas ideias e opiniões. Contrariando (pré)conceitos, existe em diferentes cidades da Bahia uma cena forte que está longe dos holofotes, mas se mantém firme graças ao empenho de iniciativas coletivas que reúnem músicos, bandas e fãs do som. Assim como em Ilhéus, outras cidades como Poções, que sedia o já conhecido festival Ruídos do Sertão, possuem uma cena metal muito forte e atuante, que merece ser conferida de perto.

Confira abaixo Mortifera e Suffocation of Souls, duas bandas que se apresentam hoje:




Serviço: Ilhéus do Avesso 2
Local: Espaço Samarica (Ilhéus) - Antigo Chinaê - Pontal
Data: 14 de janeiro de 2017
Horário: 17h

Shows:
Jacau (Itabuna)
Kerberus (Ilhéus)
Mortifera (Ilhéus)
Second Face (Itabuna)
Suffocation Of Soul (Poções)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Natiruts retorna ao Rio de Janeiro para lançar novo DVD

O Natiruts está de volta ao Rio de Janeiro. O grupo do cerrado, que já é local no litoral carioca, faz dois shows seguidos, nos dias 13 e 14 de janeiro (sexta-feira e sábado), próximo fim de semana, na Fundição Progresso, na Lapa. Alexandre Carlo, Luís Maurício, Kiko Peres e cia seguem em turnê de lançamento do DVD Natiruts Reggae Brasil, com um repertório recheado de hits nacionais e um novo elemento: a arte urbana que compõe o cenário do espetáculo.

O show da turnê Natiruts Reggae Brasil conta a história do reggae nacional. O setlist é bastante fiel ao do show original, gravado em Salvador, e que contou com a participação de grandes nomes do reggae e da música pop feita no país, como: Gilberto Gil, Edson Gomes, Ivete Sangalo, Toni Garrido (Cidade Negra), Saulo Fernandes, Armandinho, Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio), Tati Portella e Sander Fróis (Chimarruts), Marceleza (Maskavo) e outros.

No repertório alguns clássicos como Nayambing Blues (Sine Calmon), Me Namora (Edu Ribeiro), Vamos Fugir (Gilberto Gil), Perdido de Amor (Edson Gomes), Desenho de Deus (Armandinho), Com Certeza (Planta & Raiz) e muitos outros hits.

No primeiro dia, parte da renda da bilheteria será destinada ao Instituto Reação, uma ONG criada por Flávio Canto, que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.

A abertura será feita pelo Braza. O grupo carioca, formado por Cutrim, Christ e Isensee, mantem a química do seu passado – grupo ForFun – e avança no seu homônimo álbum de estreia. Os riffs de rock se combinam com elementos do reggae, soul e hip-hop, gerando a forte ligação que define o trio.


SERVIÇO - Natiruts Reggae Brasil 

Data: 13 e 14 de janeiro, sexta-feira e sábado.

Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 – Lapa - Rio de Janeiro)

Informações e venda de ingressos: www.fundicaoprogresso.com.br

Abertura da casa: 22hrs

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Machine Messiah, novo álbum do Sepultura chega às lojas

Começa a ser vendido nesta quinta-feira, 13 de janeiro, em CD, Vinil e plataformas digitais, o novo álbum do Sepultura, 'Machine Messiah'. Gravado no Fascination Street Studios em Orebro, na Suécia, o disco, com 10 músicas inéditas, é lançado pela Nuclear Blast. O álbum contou com a produção da banda e de Jens Bogren (Soilwork, entre outros), já a capa de “Machine Messiah” ficou por conta da artista filipina Camille Dela Rosa.

Como Andreas Kisser antecipou em entrevista ao VitrolaNews 'Machine Messiah' aborda a robotização da sociedade. "É o que a gente vê aqui hoje, com os smartphones, computadores, GPSs, Google Glasses...A galera vai no show e fica filmando em vez de curtir, famílias que vão para o restaurante e não se falam, mas está todo mundo com o celular na mão", destacou.

Este é o primeiro trabalho do quarteto desde “The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart”, lançado em 2013.

Para adquirir Machine Messiah:

CD and Vinyl: http://nuclearblast.com/sepultura-machinemessiah
Digital album: http://nblast.de/DownloadMachineMessiah


Track List:

01. Machine Messiah
02. I Am The Enemy
03. Phantom Self
04. Alethea
05. Iceberg Dances
06. Sworn Oath
07. Resistant Parasites
08. Silent Violence
09. Vandals Nest
10. Cyber God

Ingressos para o Rock in Rio 2017 começam a ser vendidos em abril


As vendas dos ingressos do Rock in Rio 2017 começam no dia 6 de abril pela internet. Os valores ainda não foram divulgados. Segundo a organização do festival, todas as atrações do evento já terão sido anunciadas.

Na próxima edição, o Rock in Rio será realizado em uma nova cidade do rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. O festival acontece nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Até o momento, foram asseguradas as apresentações de Aerosmith, Red Hot Chili Peppers, Maroon 5, Bon Jovi e Billy Idol.

Em novembro, as 120 mil entradas do Rock in Rio Card, que funciona como ingresso antecipado, esgotaram em menos de duas horas. Quem comprou o ingresso deve escolher a data do evento em que irá usá-lo até fevereiro, quando será divulgada a lista completa dos shows.